DESCUBRA A VERDADE SOBRE NUS NA ARTE ACADÊMICA

O Academicismo foi um estilo dominante na escultura e pintura europeias nos séculos 18 e 19. Foi chamado assim porque foi ditada pela Academia Francesa de Arte, a escola de arte mais influente da época.

Louis Lagrenée, Seated Male Nude.

Se alguém queria fazer carreira, precisava seguir algumas regras simples: excelente desenho, cores realistas e... muitos corpos nus na tela!

Almeida Junior,  Estudo de nu.

Nesta pintura focada na narrativa famosa do Inferno de Dante, representa corpos em poses clássicas como contrapposto e defende a beleza clássica e harmoniosa.

William-Adolphe Bouguereau,  Dante and Virgil in Hell, 1850.

Jean-Léon Gérôme foi um dos mais famosos representantes do Academicismo, com uma obra muito diversa que vai do retrato à pintura histórica e às cenas orientais.

Jean-Léon Gérôme.  Slave for sale, 1873.

Ele também era um mestre do erotismo oculto; ele adorava pintar mulheres nuas. Para fazer isso sem repreensão social, ele as colocava em contextos mitológicos  ou orientais.

Jean-Léon Gérôme,  Pygmalion and Galatea, ca. 1890.

Embora Orientalismo e Romantismo tratassem a nudez com rédeas mais soltas do que o Neoclassicismo, eles ainda tinham algumas restrições para proteger a moral dos espectadores.

Francesco Hayez, Meditation on the History of Italy, 1850.

Por exemplo, nus sempre tiveram seus órgãos genitais cobertos. Pêlos púbicos? De jeito nenhum, era muito escandaloso, muito sujo, muito real.

William-Adolphe Bouguereau,  The Wave, 1896.

No final, essas mulheres nuas não eram mulheres de verdade. Eram apenas figuras simbólicas/exóticas que não tinham muito em comum com donas de casa com espartilhos que os cavalheiros encontravam na vida real.

Francesco Hayez, Melancholy, 1841-42.

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