Mandala Emblema, 1990

DASARTES 121 /

RUBEM VALENTIM

PARA CELEBRAR O CENTENÁRIO DE RUBEM VALENTIM, QUE FEZ DO SAGRADO SUA VIDA E OBRA, A GALERIA PINAKOTHEKE LANÇA UM LIVRO E UMA EXPOSIÇÃO COM CERCA DE 100 TRABALHOS DO ARTISTA, CONHECIDO PELAS TRADIÇÕES POPULARES AFRO-BRASILEIRAS

UM ARTISTA SACERDOTE

POR MAX PERLINGEIRO

 

Minha linguagem plástico-visual-signográfica está ligada aos valores míticos profundos de uma cultura afro-brasileira (mestiça-animista-fetichista). Com o peso da Bahia sobre mim – a cultura vivenciada; com o sangue negro nas veias – o atavismo; com os olhos abertos para o que se faz no mundo – a contemporaneidade; criando meus signos-símbolos, procuro transformar em linguagem visual o mundo encantado, mágico, provavelmente místico que flui continuamente dentro de mim.

Rubem Valentim

Rubem Valentim é um artista essencial para uma melhor compreensão da tradição afro-brasileira; e Bené Fonteles é seu principal estudioso e interlocutor, por sua conexão espiritual. A pedido do artista, Bené se tornou o Ogã (palavra que vem do iorubá e significa “Senhor da minha casa”) do terreiro de Valentim; é aquele que cuida de sua vida e, em consequência, de sua obra.

Em 1963, Valentim foi morar na Europa, precisamente em Roma, onde conheceu Giulio Carlo Argan (1909-1992), o grande teórico da arte moderna. Na ocasião, estava sendo criado o Museu de Arte Moderna de Roma, no qual Valentim teve três obras adquiridas pela nova instituição. Ao retornar ao Brasil, deu início a uma série de obras, transformando suas pinturas em relevos.

Emblema G, 1988.

 

Pintura 2, Fase de Roma, 1966. : © Rubem Valentim.
Cortesia Pinakotheke Cultural

Bené Fonteles conheceu Valentim em 1977, ambos participando da XIV Bienal de São Paulo. Valentim expunha o Templo de Oxalá, uma instalação constituída de um painel de fundo azul com relevos brancos e esculturas móveis em madeira pintada branca, a partir de elementos simbólicos da cultura popular e da semiótica afro do Candomblé. Sem dúvida alguma, sua obra mais emblemática pertencente ao acervo do Museu de Arte Moderna da Bahia.

Em 1978, Bené foi morar em Brasília e, desse modo, pôde participar dos momentos marcantes da carreira de Valentim, tornando-se seu “herdeiro intelectual”. Segundo Bené, “a casa do artista era um lugar sagrado. Sua arquitetura tinha a forma de uma cruz. Seu interior lembrava mais um monastério. Ele vivia uma vida monástica, desde a sua alimentação até a sua forma de descansar. Seu quarto era uma cela, de extrema simplicidade. Tinha uma vida totalmente devota ao espiritual. Seus livros eram basicamente espirituais e filosóficos, em que o artista criava os fundamentos para a sua produção”.

Valentim sempre desejou ter um espaço destinado à sua obra. Para tanto, ao longo da vida, destinou 157 obras para a formação do núcleo principal dessa coleção ao cuidado de Lúcia Alencastro, sua esposa, pioneira em arte-educação e fundadora da Escolinha de Arte do Brasil junto a Augusto Rodrigues (1913-1993). A fim de concretizar o sonho, comprou em Brasília um grande terreno na Asa Sul para construir o centro cultural. Infelizmente, não foi possível, o que lhe causou uma grande frustração.

Aproximou-se também dos concretistas. Foi amigo de Hélio Oiticica. Valentim expôs com Waldemar Cordeiro, em Roma. Sua produção era baseada de modo obsessivo na construção e na desconstrução dos símbolos que inventava. Havia, por exemplo, o alfabeto kitônico (que significa energia do centro da Terra), constituído de 15 símbolos, nos quais explicita o sincretismo religioso brasileiro, mas sempre de maneira abstrata e geométrica. Elementos da Umbanda e do Candomblé povoam suas peças e ajudam a construir um universo muito particular, formado por linhas retas, triângulos, círculos e quadrados.

Ao longo de sua vida artística, participou de Bienais e exposições no Brasil e no exterior. Sempre teve o respeito e o reconhecimento de sua obra.

 

A POÉTICA DO SAGRADO

POR BENÉ FONTELES

 

Concebemos o livro Sagrada Geometria – o primeiro dedicado ao artista – não só para compreender a obra de Rubem Valentim, com acuidade por sua seminal importância na história da arte no país, mas com a sensibilidade afinada para aprendermos com um artista extraordinário que decodificou, durante cinco décadas, a herança mestiça na busca obsessiva de um fazer sempre leal sua “riscadura e sentir brasileiros”, atravessado por propósitos de uma rigorosa e radical artesania.

Ele afirmava: “Fora do fazer, não há salvação”. Essa salvação era eivada pela radicalidade de um artista-sacerdote – como ele queria ser em seu mosteiro-ateliê, sonorizado pelos cantos gregorianos ou, ainda, Bach e Mozart. Seja em Brasília ou São Paulo, desenvolvia seu projeto inspirado por sua vocação construtiva vinda da tradição milenar de nossa arte ameríndia assim como dos povos que atravessaram o Atlântico em meio a toda dor e a redimiram em um raro projeto cultural e espiritual sem paralelo no mundo.

Valentim quis recriar de forma libertária e corajosa ao traduzir esta poética do sagrado em quase duas mil obras entre pinturas, relevos, esculturas e objetos, desenhos e sua obra gráfica, que o fizeram um dos artistas fundadores do imaginário visual do Brasil.

Nascido em 1922, na cidade de São Salvador da Bahia, no mesmo ano em que os modernistas realizam em São Paulo a Semana de Arte Moderna, Valentim, na década de 1950, renovou os anseios estéticos e poéticos dela e transformá-los em uma arte contemporânea essencialmente feita por nossa natural vocação construtiva e narrativa que os modernos da época almejavam iluminar.

Emblema O, 1988

 

Objeto, Brasília, 1978.

Valentim fundamentou, com a força da origem, todo um processo em que brotou de seu imaginar as poderosas e potentes imagens, até energéticas, sobre as quais Ferreira Gullar escreveu, em 1961, para apresentar sua primeira mostra realizada no Museu de Arte Moderna de São Paulo: “Mas, depois de ver os quadros aqui expostos, não mais nos libertamos deles”. Valentim disse de onde vinha toda essa força original:

 

“Nasci em um sobrado com sacadas de ferro. De pais pobres, fui o primeiro dos seis filhos. Custei a nascer e levei muitas palmadas para chorar. Em compensação, comecei a gritar com força incomum, o que apavorou os presentes. Foi, ao que parece, meu primeiro grito de protesto contra a violência. Dos 4 aos 13 anos, vivi à rua Futuro do Tororó, onde morava gente de classe média e também gente muito pobre e humilde. Cresci tomando consciência das diferenças de classe, do dinheiro sempre escasso e das injustiças que marcavam meu pequeno mundo. Brinquei muito na rua. O prazer maior era empinar arraias e fazê-las com gosto. Durante as festas juninas, era um não-acabar de fazer balões de papel colorido, bem como altares de Santo Antônio decorados com recortes de papel de seda e folhas doura das. Mas, de todos os meus encantos infantis, nenhum se comparava ao de fazer presépios. Me perdia na contemplação das igrejas: o ouro dos altares, as imagens, o silêncio, o cheiro de incenso e de velas queimando. Cantochão. Procissões. O Natal e a Paixão. Minha família, católica, de quando em vez ia ver um caboclo em um candomblé. E lá ia eu penetrando no universo fantástico do candomblé. O baiano, para sua felicidade, é católico e animista.”

Objeto emblemático 8, 1969

 

Valentim viveu a infância e a adolescência em Salvador das décadas de 1920 a 1930, uma cidade ainda mágica, povoada de seres míticos como Mãe Senhora no candomblé, Mestre Pastinha na capoeira e outros personagens imortalizados pela literatura de um não-menos mítico e criador de personagens-mitos que foi Jorge Amado.

O que ele chamava de “substratos poéticos” que alimentaram sua obra vinha das ruas da cidade, dos terreiros, das feiras, das festas católicas e as animistas, como ele mesmo frisa, que Salvador tinha por felicidade se misturar, pertencer e atuar.

 

“Aos 9 anos, comecei a fazer meus próprios presépios. Pintava e armava as casinhas de papelão, a igreja branca com janelas verdes, figuras de Maria e José, Adão e Eva com serpente, maçã e tudo, a lapinha, a cidade de Jerusalém. Tudo era pintado no papelão e recortado, preso em um pedaço de madeira atrás, para ficar em pé. Mundo poético, popular, de cor e riqueza imaginativas, que ficou em mim e influenciou profundamente a minha arte.”

Objeto emblemático, 1973

 

Mas nada foi mais provocante para seu imaginário do que conhecer um pintor:

 

“Conheci Arthur Come-Só, o pintor-decorador de paredes. Trabalhava sem ajudantes – daí seu apelido. Três vezes pintou nossa casa: paisagens na entrada, flores na sala de visitas, frutas na sala de jantar, os quartos pintados de azul-claro ou rosa, com barras de flores.  Com ele, aprendi a técnica da pintura à têmpera. Quando entrei para o Ginásio da Bahia, não fui mau aluno. Cumpria com meu dever de estudar e gostava, principalmente, das aulas de desenho geométrico.”

 

Eis os fundamentos que levariam Valentim a seu fiel projeto construtivo eivado de uma singular poesia-visual: a técnica da têmpera, que aprendeu cedo e a tornaria exemplar em sua “fase de Roma”, entre 1964 e 1966, e a empatia pela geometria escolar que já ecoava construtiva na arte de seu povo mestiço. Mas ele vivia em uma cidade ainda carente de informações culturais, isolada da arte contemporânea, vivendo uma arte folclórica enraizada nas questões regionalistas. Ele disse:

 

“Meu primeiro contato importante com a arte contemporânea ocorreu em 1948, na exposição de artistas nacionais e estrangeiros na Biblioteca Pública de Salvador. Fui vê-la várias vezes, deslumbrado, perdido, chocado com aquele mundo fantástico e tão novo para mim. Aluguei uma sala num velho sobrado de três andares, com sacada de ferro. Pela manhã, desenhava composições com garrafas, latas, moringas, vasos, ex-votos e cerâmica popular. Elaborava esquemas de cor e valores. À tarde, fazia pesquisas formais – livres, imaginosas. Ou ia ao Museu de Arte conversar com José Valladares, que me emprestava livros e revistas sobre arte. Reproduzia imagens de um livro grosso sobre Cézanne, copiando-as a óleo, com valores em cinza. Com Cézanne, aprendi a compor. Fiz cópias também de Modigliani, Matisse, Braque, Picasso e Chagall. Através de Klee, compreendi a liberdade da expressão plástica e o valor fundamental da imaginação criadora. Sempre lutando para vencer as dificuldades de execução. Nunca fui muito habilidoso – felizmente. Vivia com sacrifício, sem dinheiro”.

Sem título,1962.

 

Composição 10-A, 1962.

Já tendo feito uma série de pinturas como Campo grande, Casal popular e Sem título em que estavam visíveis as influências citadas e uma liberdade das questões regionais, Valentim entrou em crise com sua pintura em 1951:

 

“Um dia, no ateliê, perdi a cabeça. Rasguei os cadernos de desenho, destruí todos os meus estudos, as telas, esvaziei os tubos de tinta, despejei os óleos de linhaça, os solventes, quebrei o cavalete e os pincéis a marteladas.

Saí do ateliê, deixando atrás de mim parte de minha vida assassinada. Perambulei com dor na alma, odiando pela primeira vez a terra que amo, cheio de raiva contra uma sociedade em decadência e medíocre. Foram 15 dias de purgatório, durante os quais me perdi nas ruas de Salvador. Um dia, acordei tranquilo. Reencontrei o verde das árvores, ouvi de novo o canto dos passarinhos, voltei a amar o azul da Bahia. A pé, tomei o caminho de volta ao ateliê. Senti então uma tristeza amarga, chorei de saudade dos meus trabalhos destruídos. E, novamente, aceitei meu destino. Com 50 cruzeiros dados por um irmão, comprei material de pintura. Voltei a pintar.”

 

ABSTRAÇÕES GEOMÉTRICAS

 

Emblema,
Logotipo poético, 1975

São justamente as abstrações geométricas que lhe servem de suporte estético para o que o fascinou nos terreiros de candomblé: o design da simbologia dos orixás em suas ferramentas que ancoravam suas energias telúricas com as quais se comunicavam com os devotos. Valentim disse:

 

“Descoberta da arte negra – dos signos-símbolos do candomblé: Oxê de Xangô, o machado duplo, no mesmo eixo central, recriado por mim e, posteriormente, transformado em forma fundamental de minha pintura, Xaxará de Omulu, Ibiri de Nana, Abebê de Oxum, ferros de Ossain e de Ogum, Pachorô de Oxalá, os pegis, com sua organização com positiva, quase geométrica, contas e colares coloridos dos orixás. Na pintura, buscava uma linguagem, um estilo para expressar uma realidade poética, extraordinariamente rica, que me cercava, para torná-la universal, contemporânea. Pacientemente, fazia o transpasse de todo esse mundo para o plano estético.”

Emblema I, 1988

 

Exu, para o Candomblé, não é o demônio, mas o mensageiro que leva os pedidos dos humanos aos deuses-orixás. A pintura Emblema-Logotipo Poético é um “ponto riscado de Exu”, que guardava a casa de Valentim em Brasília – mais tarde, em São Paulo – posta em lugar estratégico e reservado. A Ferramenta de Exu foi concebida por Valentim para a proteção de outra parte da casa dele em Brasília.

 

MISSÃO DE UM ARTISTA SACERDOTE

 

Sem título, 1960

Sem título, Rio de Janeiro, 1960.

Valentim me confessou que fazia toda sua arte para não enlouquecer e, se não se libertasse daquelas imagens poderosas com uma carga simbólica, intensa e mágica, poderia perder a sanidade:

 

“Recebo tudo isso de outras dimensões e toda essa obra levará tempo para ser decifrada e assimilada em sua real função mais do que artística. Sou um artista sacerdote. Talvez esteja morrendo dessa forma e tão cedo porque procurei mais o reconhecimento do que o verdadeiro sentido do que vim fazer nessa vida. O ego é um demônio voraz”.

A busca por redenção era muito próxima de Bispo do Rosário, que afirmou: “Estão dizendo que isso que faço é arte. Quem fala não sabe de nada. Isto é a minha salvação na Terra”.

Emblema H,
1988.
Todas imagens: © Rubem Valentim.
Cortesia Pinakotheke Cultural.

Outro fator importante é a fluente e ousada dicção cromática que “vestiu” a simbologia de Valentim, igual um indígena constrói a paleta de cores seu elegante cocar, sua carteira de identidade frente a outras etnias.

Valentim obedeceu com rigor e vigor a seu projeto estético inscrito no Manifesto Ainda que tardio, por certo, o mais bem delineado propósito conceitual de um artista entre o moderno e o contemporâneo, só comparável aos textos de Hélio Oiticica, explicitados no livro Aspiro ao grande labirinto.

Valentim nos contou que, vendo Oiticica indo a fundo em sua pesquisa formal com os Metaesquemas e os Monocromáticos, provocou-o: “Hélio, sobe (sic) os morros do Rio de Janeiro e vá ver a arte e a vida de seu povo”. Oiticica subiu a Mangueira e desceu com seus Parangolés, Penetráveis e Bólides, que refletiam a precariedade da favela e a arte original de sobrevivência nos morros cariocas.

Valentim amava a simbiose na mistura cultural de povos que, entre a dor da escravidão, herdada em um projeto racista que perdura e do qual sofreu também preconceitos – até da academia –, mas transformou, da mesma forma que os sambistas baianos e cariocas, tudo o que doía na força e na alegria criativa e singular que nos redime e nos dá vastidão.

Max Perlingeiro é curador, marchand e diretor da Pinakotheke Cultural
em São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza.

Bené Fonteles é artivista, artista plástico, escritor, curador de arte,
poeta, xamã e compositor brasileiro.

RUBEM VALENTIM: SAGRADA GEOMETRIA • PINAKOTHEKE
CULTURAL • SÃO PAULO • 2/7 A 31/7/2022

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