Escritos ao longo de cinco anos, os ensaios aqui reunidos são dedicados às artes visuais, à literatura e às linhas de tensão entre a estética e a política, isto é, entre as obras de arte e aquilo que chamamos de vida em comum.
Se hoje não há garantias para que a arte deixe de ser uma mercadoria regulada pelo espetáculo global, ainda assim há uma oportunidade para o impensável, que se aviva na linguagem, na imagem: uma saída, portanto, ligada ao próprio sentido desvelador do poético. Nesse ponto, tudo está em jogo.

