A Simões de Assis anuncia seu novo espaço em Curitiba, projetado especialmente para acolher a nova da sede da galeria. Nesta ocasião, apresentamos exposições de esculturas e pinturas de Gonçalo Ivo e de fotografias de André Nacli. O novo espaço está localizado na Al. Carlos de Carvalho, 2173 A, Batel. A visitação é feita mediante agendamento de horário por conta das normas de segurança.
A exposição de Gonçalo Ivo foi concebida nos ateliês de Nova York e Bethany, sendo a quarta mostra individual que o artista realiza na galeria. Sua obra figura em galerias, coleções particulares e públicas no Brasil e no exterior, entre elas, Union de Banques Suisses; Deutsche Bank; Banco J P Morgan; Bank Boston; Museum of Geometric and MADI Art, Dallas, Texas, EUA; Museum of Latin American Art, Long Beach, California, EUA; Museu de Arte Contemporânea de São Paulo; Museu de Arte Contemporânea de Niterói; Coleção João Sattamini, Niterói; Coleção Marcantonio Vilaça; MAR – Museu de Arte do Rio de Janeiro; Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro; Universidade do Ceará, Fundação Edson Queiroz, Fortaleza; Pinacoteca do Estado de São Paulo; Instituto Itaú Cultural, São Paulo; Instituto Moreira Salles, São Paulo; Museu Oscar Niemeyer, Curitiba.

Obras de Gonçalo Ivo em exposição na galeria
Já a exposição “Vão” adentra no obturador interrogativo de André Nacli, por uma luz que aciona em nosso olhar o tempo, o espaço e um ser, mesmo que este, o ser, não seja representado, mas esteja presente como essência. André Nacli (Curitiba, PR, 1986) é fotógrafo. Seu interesse por arquitetura – campo de sua formação superior – se perpetua em seu trabalho artístico. A interação entre o tempo, o silêncio, as forças da natureza e a obra do ser humano é tema recorrente em seus trabalhos. Explorações pela cidade natal e viagens pelo mundo resultaram em séries fotográficas diversas as quais revelam a interação do fotógrafo com lugares tão distintos.Com sua percepção aguçada, Nacli capta com primor a intriga do homem contemporâneo assentada na polarização entre poder domesticar seu entorno e terminar, inexoravelmente, sendo atropelado por esse no contínuo do tempo infinito da natureza. Ao flagrar de diversas formas o instante em que a natureza começa a tomar de volta o seu espaço que lhe havia sido sequestrado, Nacli traz, para a superfície de suas fotografias, ao mesmo tempo, a força que rege os ciclos vitais e a flagrante vulnerabilidade do ser.

André Nacli, Sem Título, série Vão, 2019
Na semana da abertura das exposições, os artistas dividirão um pouco de seus universos e olhares a partir de imagens e referências, nos stories do perfil da galeria no instagram, Gonçalo no dia 8 de fevereiro e André no dia 11.
Ambas as mostras abrem no dia 9 de fevereiro e seguem até 2 de abril.


