Pouco mais de um ano depois que Brent Sikkema foi encontrado morto no Brasil, o marido do falecido galerista de Nova York foi preso e acusado de contratar alguém para matá-lo
Sikkema foi o fundador da galeria anteriormente conhecida como Sikkema Jenkins & Co., cuja lista inclui Kara Walker, Jeffrey Gibson e Louis Fratino. A galeria recentemente se renomeou Sikkema Malloy Jenkins em reconhecimento a Meg Malloy, uma parceira desde 2005.
Ele foi encontrado morto a facadas em seu apartamento no Rio de Janeiro em janeiro de 2024, dando início a uma investigação que chamou a atenção da mídia, tanto no Brasil quanto em Nova York.
De acordo com relatos na mídia brasileira, Brent Sikkema e Daniel Sikkema estavam buscando o divórcio, cujos procedimentos se tornaram “contenciosos”, de acordo com um anúncio do FBI emitido na terça-feira. Daniel teria buscado direitos de visita com seu filho, bem como milhões de dólares.
Daniel Sikkema foi acusado em Nova York por assassinato de aluguel, fraude de passaporte e conspiração para assassinar uma pessoa em um país estrangeiro. Ele agora pode enfrentar uma sentença de prisão perpétua.
O FBI disse que Daniel havia enviado cerca de US$ 5.000 para a pessoa que matou Brent — o assassino não foi identificado no comunicado à imprensa do FBI — e planejava fazer outro pagamento no futuro.
Em uma declaração, a procuradora dos EUA Danielle R. Sassoon disse: “Conforme alegado, Daniel Sikkema e seu co-conspirador planejaram e executaram um plano a sangue frio para assassinar o marido de Sikkema, um cidadão dos Estados Unidos, no Brasil.

