Visitando São Paulo com outros olhos – 2ª Parte

Feiras, Exposições, galerias. Continua a saga de uma das semanas de arte mais intensas do ano no Brasil. Como muitos diriam: Esse é o nosso natal!
……………

Art fairs, exhibitions, galleries. We continue in one of the most intense art weeks in Brazil. As many say: It’s Christmas time!

Por Sylvia Carolinne

Visitando São Paulo com outros olhos – 2ª Parte

Visiting São Paulo through different eyes

 

DIA 4: BRASILIDADES

DAY 4: BRAZILIANNESS

Hoje será o dia de descobrir um Brasil religioso e popular, onde artistas buscam suas inspirações em símbolos religiosos e na natureza.

Today will be a day to discover a religious and popular Brazil, where artists seek for inspirations in religious and symbols of nature.

Hugo França na SP-Arte

Já pela manhã, na Galeria Mapa, duas raridades foram apresentadas ao grupo: Uma tela de Rubem Valentim, O Cristo Negro, e um caderno com ilustrações originais do ilustrador americano Saul Steinberg, nos anos que adorava o Brasil e chegou a passar um bom tempo por aqui.

Comecei meu dia com o grupo na retrospectiva de Rubem Valentim, artista baiano que festejaria seu 100º este ano. A exposição na Galeria Almeida e Dale, em parceria com MAM Bahia, teve como curador Daniel Rangel, atual diretor do museu. Daniel recriou a instalação apresentada na Bienal de São Paulo de 1977 – Ilê FunfunTemplo de Oxalá. Lá, mais uma pérola: um filme Super 8, recém descoberto,  onde Valentim aparece no registro de uma de suas exposições. Quando e qual seria a exposição, o Instituto Rubem Valentim ainda está por pesquisar. Se quiser se aprofundar na obra do artista, clique para ler o texto de Daniel Rangel e outro de Paulo Herkenhoff.

Depois de sair da Almeida&Dale, sem tempo para respirar, seguimos para a Galeria Estação. Vilma Eid nos recebeu e contou mais sobre o papel vital da galeria na divulgação de artistas populares brasileiros, que antes não econtravam espaço no mercado de arte para suas produções. Na área de exposição: Santídio Pereira, que nos falou sobre seu processo criativo e da produção das imagens, de mais de um metro de altura. Pasme! As impressões são feitas com o verso de uma colher! Para aqueles que já tiveram a oportunidade de fazer serigrafia, bem sabem a dificuldade de imprimir com qualidade até mesmo pequenos formatos. Fiquei mesmo deslumbrada.

In the morning, at Mapa Gallery (galeriamapa.art.br), 2 rarities were presented to the group: A canvas by Rubem Valentim, O Cristo Negro (The Black Christ); and a notebook with original illustrations by Saul Steinberg, who loved Brazil and even spent some time here.

I started the day with the group at the Rubem Valentim retrospective, who celebrates 100 years this year. The exhibition, which was held at the Almeida e Dale gallery in partnership with the Museum of Modern Art in Bahia, was curated by Daniel Rangel, current director at MAM Bahia. Rangel recreated the 1977 São Paulo Biennial Art Show installation, Ilê Funfun, Oxalá Temple. At the exhibition, we found another treasure: a Super 8 film, that was recently discovered, in which Valentim appears in one of the exhibitions. The Instituto Rubem Valentim is still figuring out which exhibition this was. For those who want to dig deeper into the Valentim’s work, click on the link to read Daniel Rangel’s essay and another essay from Paulo Herkenhoff.

With zero time to breathe, we headed straight to Galeria Estação. Vilma Eid welcomed us and shared with us additional information about the gallery’s vital role in promoting Brazilian popular artists, who previously had no space in the art market. In the gallery’s exhibition area, Santídio Pereira, talked to us about his creative process and his productions, which are over 1-meter-high. Surprising enough, the images are printed with the back of a spoon! For those who have had the opportunity to do screen printing, they are well aware of how hard it is to keep the quality of the image, even in small formats. I was blown away.  

 

Assim que terminamos a visita, seguimos com Vilma para seu delicioso apartamento, onde nos ofereceu um brunch envolto em obras de seus artistas representados e de sua coleção privada. Arte em toda a parte, junto a um lindo jardim e buffet brasileiro irrepreensível. O grupo, majoritariamente americano, com pouco conhecimento de imagens do candomblé e iconografias do imaginário popular, ficou ainda mais encantado e com a linha de apresentação das galerias escolhida por Simon Watson.

Em sequência, visita ao Tomie Othake, para conferir Lucas Arruda, e seguir para visita ao atelier de Paulo Pasta. Infelizmente nestas visitas também fiquei de fora, afinal, a vida não para quando o evento é na nossa cidade.

No fim do dia, me reencontrei com todos no coquetel de recepção da SP-Arte no Hotel Rosewood, Cidade Matarazzo. Lá, antes da reconstrução do local, a invasão artística “Made by Brazilians…”, comissionada pelo empresário Alexandre Allard, foi planejada para ser um evento inesquecível. E assim o foi, com mais de 100 artistas a expor. Voltar ao local da invasão, onde Marc Pottier foi um dos curadores centrais, Simon Watson como curador do núcleo americano e eu, uma de suas assistentes, foi incrível. O hotel vive na arte e chegar com o trabalho de Regina Silveira nos tapetes que vão mudando de cor ao passo que adentramos no hotel me encheu de nostalgia.

Tempo para dormir? Talvez. Mas isso é o de menos….

As soon as we finished the visit, we accompanied Vilma to her charming apartment, where she offered us brunch in a room surrounded by the works of the artists that she represents, along with her private collection. There was art everywhere, together with a beautiful garden and an impeccable Brazilian buffet. The group, with little knowledge about the Candomblé images and popular imagery iconography, was even more delighted with the line of presentation chosen by Simon Watson.

Afterwards, we visited Tomie Othake Institute, to check out Lucas Arruda’s work, followed by a visit to Paulo Pasta’s studio. Unfortunately, I did not accompany the group on these visits, after all, life doesn’t stop when the event is happening in our own city.

At the end of the day, I met everyone at the SP-Arte cocktail reception at the Rosewood Hotel at the Cidade Matarazzo. Before the reconstruction of the site, the artistic invasion Made by Brazilians… commissioned by businessman Alexandre Allard, was planned to be an unforgettable event.  And so it was, with more than 100 exhibiting artists. Returning to the site of the invasion, where Marc Pottier was one of the core curators, Simon Watson the American core curator and I one of his assistants, was amazing. The hotel lives through art and entering the work of Regina Silveira on its carpets, that change color as we walk into the hotel, filled me with nostalgia.

Time to sleep? Perhaps. But I won’t reveal this part….

DIA 5: DIA SP-ARTE, DIA DE TÊNIS

DIA 5: SP-ARTE DAY, SNEAKER DAY

Adoro sapatos, como qualquer pessoa normal, mas em dia de feira, o conforto é o seu melhor amigo. Hoje é dia de tênis!

I love shoes, like any normal person, but on art fair days, comfort is your best friend. Today is sneaker day!

Tulio Pinto

Já cedo o grupo se dirigiu à Bienal e entraram no 1º grupo de acesso, que em algumas feiras se chama “First Choice”. É a hora dos mais prováveis compradores correrem em busca de nomes que já estão em suas listas, para depois considerar outros artistas. Algumas galerias já chegam com peças reservadas. Obras ainda não vistas, mas já com fila de espera. Temos que admitir: a paixão move montanhas.

Da minha parte, só consegui chegar por volta das 13h, mas ainda dentro deste 1° grupo, quando ainda é possível vermos o pavilhão um tanto livre para admirar o trabalho de produção e organização impecáveis da Fernanda Feitosa e seu irmão, Felipe Feitosa.

Para os artistas residentes da SWA, uma super oportunidade de pesquisa e networking. Para os visitantes, a busca da originalidade ou consolidação, dependendo do artistas que estejam a pesquisar.

Early on, the group proceeded to the Biennial art fair and entered the 1st access group, which in some art fairs is called “First Choice”. It was time for buyers to run around in the search of the names they had on their lists, and perhaps later, consider other artists. Some of the galleries arrived with art pieces that had already been reserved. Works not yet seen, but already with a waiting line. We have to admit: passion can move mountains.

I only managed to arrive at around 1 pm, but still within this 1st group, while it was still possible to see the pavilion somewhat free to admire Fernanda Feitosa’s impeccable production and organization work together with her brother, Felipe Feitosa.

For SWA’s resident artists, this was a great opportunity for research and networking. For visitors, this was an opportunity to look for original artists and consolidate the ones they had already researched previously.

Pedro Neves

Após almoço no MAC e mil fotos da “skyline” de São Paulo, o grupo se dispersou entre a feira e o Museu Afro-Brasileiro. Para mim. é uma excelente oportunidade de rever amigos, de todo o Brasil, que conseguem abrir uma brecha na agenda. Assim como em outras partes do mundo, esta é uma semana de arte: aberturas, vernissages, finissages, visitas guiadas, seminários, palestras, jantares e reencontros de amigos e clientes.

Das galerias visitadas, uma parada demorada foi na Raquel Arnaud. Mira Babenco, que esteve conosco no Egito, e sua mãe Raquel, apresentaram trabalhos de seus artistas representados,  como Waltercio Caldas e Carlos Zilio. O João Trevisan, estava lá para nos receber.

Gosto de visitar galerias novas e buscar obras, que ao bater o olho, são difíceis de desgrudar. Foi assim que acabei por conhecer os trabalhos de Madalena Santos Reinvolt, Desali, Ale Jordão, Laura Villarosa, Larissa de Souza, Pedro Neves, Alessandra Rehder, Mirella Cabral.

After lunch at MAC and a thousand pictures of São Paulo’s skyline, the group dispersed between the fair and the Afro-Brazilian Museum. For me, it was an excellent opportunity to see friends from all over Brazil, who managed to open up some time in their agenda. Just as in other parts of the world, this is a week dedicated to art in São Paulo: openings, vernissages, finissages, guided tours, seminars, lectures, dinners and meetings with friends and clients.

Of all the galleries we visited, we spent a long time at the Raquel Arnaud Gallery. Mira Babenco, who had been with us in Egypt, and her mother Raquel, presented us the pieces by the artists they represent, such as Waltercio Caldas and Carlos Zilio. João Trevisan was also there to welcome us.

I like to visit new galleries and look for the eye catching pieces. That’s how I came to know the works of Madalena Santos Reinvolt, Desali, Ale Jordão, Laura Villarosa, Larissa de Souza, Pedro Neves, Alessandra Rehder, Mirella Cabral.

Madalena Santos Reinvolt

Ter mais contato com as galerias que estão negociando NFTs, como Kogan Amaro e Tropix, com Fabio Szwarcwald à frente. Rever obras de artistas como Daisy Xavier, José Antônio da Silva, Hugo França, Sergio Fingermann.

E rever trabalhos de amigos de longa data como, Patrizia D’Angelo, Adriana Eu, Ursula Tautz, Flavio Cerqueira, Bel Barcelos, Caio Marcolini.

Sem esquecer da parte de design da feira, que aumenta a cada dia, parada na Passado Composto Século XX, para um beijo na Graça e Rodrigo Bueno. Atenta também estive ao stand da Etel, com Uruiola e Tenrreiro.

Na parte de editoras, onde fiquei por 5 anos a trabalhar e frequentar as feiras, o reencontro com o Pedro Vieira da Ikrek e com Marisol, da Art Nexus foi delicioso. Pena não reencontrar também com Patrícia Rousseaux, da Arte Brasileiros e a Celia Birbragher da Art Nexus.

Meu ponto alto? Ter acesso à obra de Manuel Messias dos Santos de uma forma tão intimista e calma, como exposto pela Galeria Danielian,

À noite, aos que do grupo conseguiram sobreviver a maratona, seguiram para o Unique, para mais skylines. Quanto à mim, deveres familiares aguardavam.

I also like to establish contacts with galleries that are negotiating NFTs, such as Kogan Amaro and Tropix, led by Fabio Szwarcwald. I try to review the works by artists such as Daisy Xavier, José Antônio da Silva, Hugo França, Sergio Fingermann; as well as to revisit works of longtime friends such as Patrizia D’Angelo, Adriana Eu, Ursula Tautz, Flavio Cerqueira, Bel Barcelos, Caio Marcolini.

We should not forget the design section of the fair, which grows every day, so I stopped at Passado Composto Século XX, for a kiss from Graça and Rodrigo Bueno. I was also paid close attention to the Etel stand, with Uruiola and Tenrreiro.

On the publishing sector, in which I worked for 5 years and attended many fairs, the reunion with Pedro Vieira from Ikrek and Marisol, from Art Nexus was a delight. Too bad I could not meet with Patrícia Rousseaux again, from Arte Brasileiros and Celia Birbragher, from Art Nexus.

 My high point? To have access to the work of Manuel Messias dos Santos in such an intimate and calm occasion, at Galeira Danielian (@danelian_galeria).

 At night, those of the group who managed to survive the marathon, headed to Unique for additional skyline views. As for me, family duties awaited.

Tropix com Fabio Szwarcwald

DIA 6: ARTE NO CENTRO DA CIDADE

DAY 6: ART DOWNTOWN

O centro de São Paulo ainda guarda muito glamour e atualmente tem várias iniciativas no setor de arte. Novas investidas se somam às antigas, aumentando as opções nesta área.

The center of São Paulo is still quite glamorous and currently holds several initiatives in the art sector. New initiatives add up to the older ones, increasing options in this area.

Não gosto de capítulos. Novela, série, temporada, isso para mim não acontece. Por isso pensei numa coluna compacta e de fácil leitura. Dito isso, já no lançamento a coluna vira minissérie. Tome como licença poética de principiante e prometo rever as próximas.

Enquanto eu reclamava das minhas dores no pé, que nem o tênis salvou, o grupo já se dirigia para o 1º evento do dia: Galeria Rachel Arnaud.

Foi prevista uma parada de 1h30 para ela e sua vizinha, Galeria Millan. Não precisou muito tempo para saber que isso não iria funcionar. Entre visita, conversas e compras, o resultado foi um atraso de quase duas horas nos compromissos. Nestas horas, nada melhor que deixar o tempo fluir e aproveitar o momento, dando tempo para “group photo” e muitos selfies.

De Vila Madalena para o centro, onde eu já me encontrava em conversas mil com a curadora Fabiana Lopes e a Liege Jung, diretora da Dasartes. A visita da vez foi O Pivô, com retrospectiva do Paulo Nazareth que, como a Fabiana diz, “te tira da caixinha”.

Taí um programa legal!

I am not fond of chapters. Soap operas, series, seasons, that does not work for me. So I thought of a compact and easy-to-read column. That said, already at launch, the column became a miniseries. Let’s see this as a beginner’s poetic license and I promise I will review the following ones.

While I was complaining about my foot pain, which was not spared by the comfortable sneakers, the group was already heading to the 1st event of the day: the Rachel Arnaud Gallery.

Initially we had planned for a 1h30 stop at this gallery and its neighbor, the Galeria Millan. It didn’t take long to understand that this wasn’t going to work. Between visits, conversations and purchases, the result was a delay of almost two hours. In times like these, nothing better than letting time flow and enjoying the moment, leaving time for the “group photo” and lots of selfies.

The group followed from Vila Madalena to the center, where I was already immersed in conversation with the curator Fabiana Lopes and Liege Jung, Dasartes director. This time the visit was to O Pivô, where we saw a retrospective of Paulo Nazareth who, as Fabiana says, “takes you out of the box”.

That’s a cool program for the day!

Paulo Nazareth (Pivô)

Uma manhã no centro de São Paulo, a visitar o quarteirão de arte: Farol Santander, Edifício Eiffel, quando tem exposições como o Arte_Passagem, Edifício Copan e O Pivô. Complete com um bom almoço no Dona Onça ou no Orfeu, onde aconteceu nosso almoço.

Pouca chance de se arrepender.

À tarde,  feira para uns e continuação do programa para outros. Seria a Central Galeria e o atelier da Denise Milan, mas, com o atraso, passaram direto para o Projeto Vênus e o Instituto Artium. O espaço que o instituto ocupa é incrível e vale a pena visitar. Junto com a arquitetura, o ambiente foi totalmente aproveitado por Felici Varini.

Chega de visitas! Hoje (como ontem e anteontem e….) o dia foi cheio e a movimentação pelas ruas intensa. Hora do chopp no Bar da Praça. A parada foi rápida, pois logo fomos para a casa da Mira Babenco que, junto com sua mãe, Raquel Arnaud, nos prepararam um jantar estupendo, com cardápio brasileiro. Para mim, fã incondicional do trio banana, macaxeira e goiabada, foi um deleite. Não fosse a agenda de amanhã, ficariamos até altas horas.

A casa, super aconchegante e com uma decoração impecável, reuniu numa grande mesa quadrada conversas cruzadas e discursos de agradecimento de todos os lados. Com tanta informação acumulada nestes dias, nem precisa de Sudoko para treino de memória.

Mais uma turnê a correr acima das expectativas.

Simon só tem a comemorar e tentar descansar um “bocadinho”.

A morning in the center of São Paulo, visiting the art quarter: Farol Santander, the Eiffel Building, when there are exhibitions such as Arte_Passagem, Edifício Copan and O Pivô. You can complete the schedule with lunch at Dona Onça or at Orfeu, where we sat to eat our lunch.

Very little chance of regret.

In the afternoon, some went back to the fair and others continued with the schedule. The idea was to go to the Central Galeria and the Denise Milan, but, with the delay, we ended up heading straight to the Projeto Vênus and the Instituto Artium. The space occupied by the institute is incredible and worth visiting. Along with the architecture, the environment was very well exploited by Felici Varini.

Enough with the visits! Today (just like yesterday and the day before yesterday and so it goes….) the day was full, and the street movement was intense. Beer time at Bar da Praça. It was a quick stop as we soon headed to Mira Babenco’s house, who, together with her mother, Raquel Arnaud, prepared us a wonderful dinner, made up of a Brazilian menu. The food was delicious, especially for me, an unconditional fan of the trio banana, cassava and guava. If it weren’t for tomorrow’s schedule, we’d be staying until the wee hours.

The house was super cozy and impeccably decorated. The occasion brought together conversations and thank you speeches from all sides as we sat on a large square table. With so much information accumulated from all these days, we won’t even need to practice Sudoko for memory training anymore.

Another tour running above expectations.

Simon just has to celebrate and try to rest a little bit now.

 

VEJA ABAIXO GALERIA COMPLETA DE IMAGENS:

See the full image gallery below:

 

 

EM BREVE A 3ª PARTE

Coming soon the third part

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