Unindo Vozes Contra a Violência de Gênero | Conjunto Nacional (SP)

Após ser lançada com grande impacto no Ministério das Relações Exteriores de Israel em um evento com a participação de 100 diplomatas estrangeiros, a Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp) por meio do Grupo de Empoderamento e Liderança Feminina (ELF), traz ao Brasil a Exposição Unindo Vozes Contra a Violência de Gênero que reúne o trabalho de 14 artistas israelenses. 

A exposição traz 22 painéis e uma animação idealizados por diversos artistas israelenses explorando a tragédia ocorrida em Israel em 7 de outubro, quando terroristas do Hamas realizaram um ataque no qual 1.200 pessoas foram massacradas, centenas sequestradas  e muitas mulheres e meninas foram vítimas de violações, muitas das quais ainda continuam sequestradas pelo Hamas.

Geffen Rafaeli, Hagit Frenkel, Keren Shpilsher, Marian Boo, Merav Shinn, Ben Alon, Noa Kelner, Omer Zimmerman, Or Yogev, Oren Fischer, Orit Magia Schwalb, Reut Asimani, Sigal Rak Viente, Tamar Kharitonov e Zoya Cherkassky  assinam as obras.

Além de trazer a luz esses eventos chocantes, a Exposição destaca a importância da união global das mulheres na luta para acabar com a violência baseada em gênero e instiga a uma reflexão sobre a necessidade de condenar crimes contra a humanidade e responsabilizar seus autores, reafirmando o compromisso coletivo com um mundo livre da violência de gênero. 

“A realização desse evento é também um alerta às  organizações humanitárias femininas, muitas das quais têm se silenciado sobre as atrocidades cometidas pelos terroristas do Hamas. O mundo não pode fechar os olhos apenas pelo fato de muitas dessas mulheres serem judias ou israelenses”, frisou o presidente da Federação Israelita do Estado de São Paulo, Marcos Knobel. 

“Essa exposição nos impacta profundamente. Através de obras de artes muito significativas produzidas por artistas israelenses, baseadas nas barbáries perpetradas  no dia 7/10 em Israel pelo movimento terrorista Hamas,  cometendo o estupro, dilaceração de corpos e o assassinato de mulheres e meninas, israelenses e também de outras nacionalidades, nos remete a uma mensagem muito forte. Precisamos chamar a atenção sobre o uso do corpo da mulher como instrumento de guerra. É um crime a toda humanidade. O mundo não pode se calar.”, concluiu Miriam Vasserman, vice-presidente da Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp) e diretora do Grupo de Empoderamento e Liderança Feminina (ELF).

 

 

 

 

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