SEMINÁRIO HISTÓRIAS DA DIVERSIDADE | MASP

FOTO: Eduardo Ortega

Em 2024, o MASP irá dedicar toda a sua programação ao eixo temático das Histórias da diversidade. Este seminário, que será realizado nos dias 28 e 29.6, das 11h às 16h, é o primeiro de uma série que antecipa o ciclo curatorial. O evento será online, com transmissão ao vivo e gratuita pelo perfil do MASP no YouTube, e contará com tradução em Libras.

A organização é de Adriano Pedrosa, diretor artístico, André Mesquita, curador, Guilherme Giufrida, curador assistente, e Julia Bryan-Wilson, curadora adjunta de arte moderna e contemporânea.

Com dois dias de duração, o seminário tratará de temas como ativismo queer/trans, uma esfera pública reimaginada e movimentos sociais LGBTTQIA+ –tudo isso em conexão com a cultura visual e com as práticas artísticas.

Na segunda, 28.6, as falas serão de Nancy Garín Guzmán (Anarquivos e arquivos como contranarrativas), C. Ondine Chavoya (Revisitando Axis Mundo), Jeffrey Gibson (Cheies de poder porque somos diferentes), Nicolas Cuello (Sexo e desilusão: linguagens expressivas da negatividade queer no pós-ditadura na Argentina), Carlos Motta (Os quartos dos fundos da história), Mel Y. Chen (O queer e o viral) e Vitor Grunvald (Arte e cruzada sexogenérica: notas sobre o que a arte faz em tempos de repressão).

Na terça, 29.6, apresentam-se Luiza Ferreira Lima (Entre traçados, chamamentos e caminhos: escritas trans reconfigurando o visível), Olivia K. Young (Negritude e respiração no vídeo digital My Dreams, My Work Must Wait Till After Hell, 2011, do duo Girl), Luiza Bruna – Grupo Mexa (Eu não sou uma personagem – diário coletivo de uma artista), E. Patrick Johnson (Revival Camp: raça, gênero e performance na igreja negra), Virginia de Medeiros (Outra forma de dizer “eu”), Tavia Nyong’o (Nós não precisamos de outro herói: a contraprova da impressão corporal) e Érica Sarmet (Uma paciência selvagem nos trouxe até aqui: o corpo lésbico como dispositivo de escavação e invenção da memória).

O eixo das Histórias da diversidade incrementa a missão do MASP, um museu diverso, inclusivo e plural, ao estabelecer diálogos críticos e criativos entre o passado e o presente por meio das artes visuais.

Em português, o termo diversidade está associado com identidades queer e diversidades de gênero e a noção de histórias – diferente da História – é mais aberta, abrangendo não apenas relatos históricos, mas também histórias pessoais, contos e narrativas ficcionais.

Confira a programação completa clicando aqui.

Adriano Pedrosa, diretor artístico do MASP

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