Seminário Gestão de Pessoas em Instituições Culturais | Itaú Cultural

O Itaú Cultural realiza no dia 14 de novembro (quinta-feira) o Seminário Gestão de Pessoas em Instituições Culturais. Organizado pelo Observatório Itaú Cultural, o encontro reúne convidados da área de cultura e especialistas em gestão, para tratar de temas como o engajamento de profissionais do setor, a formação de equipes colaborativas e das tendências e inquietações dos profissionais criativos em ambientes voltados à inovação e ao risco. A temática conduz a próxima edição da Revista do Observatório, a de nº 26, que será lançada no início de 2020.

O seminário começa às 15h, com uma fala de Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural, sobre a importância e necessidade do debate sobre o assunto na atualidade. Em seguida, a mesa Perfil das Lideranças em Gestão Cultural: Um Recorte no “Eixo da Produção” Brasileira reúne os psicólogos Ricardo Augusto Alves de Carvalho, especialista em Gestão Pública e pós-doutor em Arte e Gestão, e Sanyo Drummond Pires, mestre em Psicologia Social e doutor em Avaliação Psicológica. No debate, que gira em torno das aspirações e ações de gestores culturais no Brasil, eles apresentam uma prévia da pesquisa que realizaram com lideranças culturais para a Revista, a pedido do Itaú Cultural.

Às 16h30, é aberta a roda de conversa Conceitos e ferramentas de gestão de pessoas: Perspectivas e Desafios, com a participação de Andréas Auerbach, CEO e co-fundador da NexoHw, empresa voltada para novos códigos do trabalho, e Renata Tubini, executiva de Recursos Humanos que é especialista em gerenciamento de projetos de desenvolvimento organizacional, gestão de talentos e implementação de programas de transformação cultural. Com medição de Erica Buganza, consultora de pessoas do Itaú Cultural, a discussão trata das ferramentas de gestão e dos mecanismos de engajamento de pessoas em ambientes com recursos limitados, bem como das formas de motivar trabalhos em equipes colaborativas. Trata, ainda, do papel da liderança em instituições culturais e do paradoxo da relação – em ambiente de trabalho criativo – entre processos e ambiente para inovação e risco.

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