Sandra Antunes Ramos | Galeria Millan

Em sua segunda exposição individual, Sandra Antunes Ramos apresenta, quatro conjuntos de novos trabalhos, distribuídos entre o atrium da galeria, a sala principal e o corredor. São novas séries de desenhos, colagens inéditas, e também esculturas – espécies de “desenhos tridimensionalizados”, saltando do papel e adquirindo volume e geografia próprios -, feitas em latão com pintura automotiva.
Composta por cerca de 70 novas obras, a exposição, que leva o nome da artista paulista, é uma evolução do trabalho minucioso e diário que Sandra vem desenvolvendo há alguns anos. A escolha do lápis de cor e da caneta – metalizada ou hidrográfica – como principais ferramentas, além da prática da colagem, tem uma razão: “Enquanto o pincel segue a escala do braço, do corpo, o lápis vem da escala da própria mão. E o conceito de todo o trabalho vem dessa escala frágil, sutil e detalhada, que permite impulsividade”, explica Sandra.
A consequência dessa prática são novas séries de trabalhos de pequena escala (os maiores têm, no máximo, 28 x 35,5 cm), obsessivos e ao mesmo tempo delicados.

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