Museu sem Paredes

O que acontece com um museu ao se espalhar pelas redes? O projeto Museu Sem Paredes pretende explorar essa questão tomando como ponto de partida a recente reabertura do MAES no contexto da pandemia global. O projeto vai apresentar diferentes reconfigurações da instituição de arte como uma plataforma pública de informações, incluindo uma série de podcasts, filtros de realidade aumentada, e ambientes imersivos.

Embora o projeto Museu Sem Paredes só seja oficialmente inaugurado no final de Maio, interessados já podem participar se inscrevendo para o seu projeto de residências artísticas e curatoriais em Realidade Virtual. Quatro propostas expositivas serão escolhidas para serem desenvolvidas em uma réplica virtual do MAES hospedada na Internet, contando com apoio financeiro e orientação especializada.

A réplica do MAES foi construída na plataforma Mozilla Hubs, e já pode ser acessada pelo site do projeto. O Mozilla Hubs foi escolhido por se tratar de um sistema de realidade virtual que pode ser acessado não apenas por visores de última geração, mas também por browsers convencionais e até telefones celulares. Nas palavras do curador Gabriel Menotti, coordenador do Museu sem Paredes, “o Hubs busca ampliar a participação do público e introduzir novos artistas e curadores ao uso da realidade virtual.”

As inscrições para o programa de residências Museu sem Paredes vão até dia 29 de março. A chamada completa pode ser conferida no site museusemparedes.com.

O projeto Museu sem Paredes é financiado com recursos do Funcultura da Secult-ES, via edital 20/2018. Conta com produção da Pique-Bandeira Filmes, e apoio do Conselho de Pesquisa em Ciências Sociais e Humanidades do Canadá e do Agnes Etherington Art Center.

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