Museu do Pontal – Programação Educativa 23 e 24 de outubro de 2021

O Museu do Pontal, referência em arte popular brasileira, com reconhecimento da UNESCO, dedica às crianças sua intensa programação neste mês. Próximo ao Bosque da Barra, sua nova sede, aberta ao público no último dia 9, apresenta seis exposições, com um espaço de brincadeiras populares, um jogo interativo de danças brasileiras e obras de arte manipuláveis. Além disso, aos sábados e domingos há uma extensa programação gratuita dedicada ao público infantil, como espetáculos de teatro de mamulengos, palhaços, contação de histórias e oficina de brinquedos com o artista Getúlio Damado, de Santa Teresa, conhecido pelos bondinhos de sucata. As inscrições são gratuitas, feitas na recepção, e nas atividades com capacidade limitada vale o critério de ordem de chegada.

Em dois horários nos fins de semana, os arte-educadores do Museu do Pontal estimulam a criançada a conhecerem o Baú de Brinquedos Populares. Nesta iniciativa inédita, o público infantil brincará com ioiôs, bilboquês, petecas, piões, fantoches, elásticos e cordas para pular, giz para riscar amarelinha e bambolês. As esculturas vistas nas exposições, especialmente no setor Brincares – brincadeiras e brincantes, enfocam várias dessas brincadeiras, e esta atividade promove este contato lúdico ao ar livre, na grande Praça-Jardim, na parte frontal do Museu. Em caso de chuva, a atividade acontece na Sala Multiuso.

No domingo dia 24 de outubro, às 10h, será inaugurada a Horta do Museu do Pontal, com a Oficina de Arte e Ecologia.

 

PROGRAMAÇÃO EDUCATIVA 23 e 24 de OUTUBRO

Com coordenação da arte-educadora Cecília Einsfeld, a programação deste fim de semana, em torno de uma hora de duração por cada atividade, é a seguinte:

  • SÁBADO, DIA 23 DE OUTUBRO

10h30 e 16h30 – Visita Musicada pela Arte e Cultura Popular Brasileira, com os arte-educadores Beatriz Bessa e Pedro Cavalcante, com duração aproximada de 1h30, classificação livre. As visitas musicadas foram criadas para atender a uma demanda do público que quer conhecer mais profundamente a arte popular do Brasil. Os roteiros são adaptados às diferentes faixas etárias, e alguns temas podem ser priorizados durante a visita, de acordo com a solicitação do público. São visitas lúdicas, que mexem com a memória afetiva dos visitantes, em que são utilizados diferentes instrumentos musicais que tocam ritmos tipicamente brasileiros como samba, forró, coco, jongo, maracatu, ciranda e capoeira, entre outros, sempre de acordo com o tema abordado no acervo. Além da música, outras linguagens como o teatro de bonecos, o cordel, a “contação” de histórias, desafios, trovas e versos são também utilizadas tornando esta experiência única, dinâmica e participativa. Durante a visita, os participantes são estimulados a refletirem sobre a diversidade cultural brasileira, as relações entre o mundo do campo e o das grandes cidades, os processos migratórios, as diferentes profissões, as práticas sociais, as relações familiares, as festividades, a espiritualidade e, ainda, sobre questões próprias ao universo das artes plásticas, os processos criativos dos artistas e os materiais que utilizam para fazer suas esculturas.

14h – Oficina Fazer Brinquedos, com Getúlio Damado, criador de maquetes do bondinho de Santa Teresa – A partir de oito anos de idade, vagas ilimitadas.

Na Oficina Fazer Brinquedos com o artista Getúlio Damado, os participantes terão a oportunidade de aprender a fazer esculturas populares como bonecos e pássaros utilizando diversos tipos de sucata (plástico, papel, madeira, eletrônicos e metal).

Getúlio Damado, 66 anos, mineiro de nascimento e carioca “de vida e coração”, é conhecido por seu Famoso Ateliê Chamego Bonzolândia, criado há 36 anos na Rua Leopoldo Fróes, 15, em Santa Teresa, que se tornou ponto turístico do bairro boêmio com seu “bonde-oficina”. Sua primeira obra, a maquete do bonde de Santa Teresa, foi toda feita em materiais recicláveis, sendo ainda mais um representante do movimento ecológico. A partir de uma exposição de seus trabalhos no Museu do Folclore, no Catete, ele participou nos anos 2000 de várias mostras no Brasil e no exterior, incluindo uma no Museu do Pontal. Seu filho Victor Damado, segue seus passos.

15h – Baú de Brinquedos, classificação livre.

Os arte-educadores do Museu do Pontal estimulam a criançada a conhecerem o Baú de Brinquedos Populares. Nesta iniciativa inédita, o público infantil brincará com ioiôs, bilboquês, petecas, piões, fantoches, elásticos e cordas para pular, giz para riscar amarelinha e bambolês. As esculturas vistas nas exposições, especialmente no setor Brincares – brincadeiras e brincantes, enfocam várias dessas brincadeiras, e esta atividade promove um contato lúdico ao ar livre, na grande Praça-Jardim, na parte frontal do Museu. Em caso de chuva, a atividade acontece na Sala Multiuso.

15h30 – Espetáculo Solo Protocolo, com Ricardo Gadelha – Classificação livre, com duração de 40 minutos.

O espetáculo mescla teatro, palhaçaria, malabares, perna de pau e comédia visual, e é concebido e apresentado por Ricardo Gadelha, o Palhaço Protocolo. Criado a partir de improvisações realizadas no espaço público, no contato direto com a plateia, o espetáculo busca através desta conexão estreita entre o artista e o espectador estabelecer uma atmosfera de jogo, entusiasmo e troca.  O Palhaço Protocolo transita entre a ingenuidade e a irreverência, joga com a plateia de maneira aberta e franca, e traz para a cena toda a bagagem de um artista de larga experiência tanto na rua, quanto palcos, praças e hospitais.

 

  • DOMINGO, DIA 24 DE OUTUBRO

10h – Oficina de Arte e Ecologia e Inauguração da Horta

Com esta atividade, será inaugurada a horta do Museu do Pontal!

Retomar o corpo para reinventar o mundo. Nesta experiência sensorial destinada ao público infantil, o grupo de pesquisa GAE Arte: Ecologias convida todos a incorporar a agente húmus, experimentar a mão na terra, viver a natureza fértil e imaginar uma compostagem do nosso modo de estar no mundo. Os integrantes do GAE e a palhaça Melocoton (Joana Amora) vão propor brincadeiras com nossos sentidos e os materiais naturais. Por fim, vamos criar mini-esculturas-bombas-de-semente, arremessar e BOOM!: a vida vai brotar em toda sua força e diversidade.

As Experiências Sensoriais Agente Húmus foram idealizadas pela artista Mari Fraga como parte da pesquisa Práticas Cooperativas em Arte, Agroecologia e Ecofeminismos, e ganham vida através do grupo de pesquisa GAE Arte:Ecologias. Participam desta ação Joana Amora (com a palhaça Melocoton), Carine Caz, Lohana Montelo, Clarisse Rates, Uri Nonnato, Rúbia Vaz, Ágatha Nobre e Paula Scamparini.

10h30 e 16h30 – Visita Musicada pela Arte e Cultura Popular Brasileira, com os arte-educadores Beatriz Bessa e Pedro Cavalcante, com duração aproximada de 1h30, classificação livre. As visitas musicadas foram criadas para atender a uma demanda do público que querconhecer mais profundamente a arte popular do Brasil. Os roteiros são adaptados às diferentes faixas etárias, e alguns temas podem ser priorizados durante a visita, de acordo com a solicitação do público. São visitas lúdicas, que mexem com a memória afetiva dos visitantes, em que são utilizados diferentes instrumentos musicais que tocam ritmos tipicamente brasileiros como samba, forró, coco, jongo, maracatu, ciranda e capoeira, entre outros, sempre de acordo com o tema abordado no acervo. Além da música, outras linguagens como o teatro de bonecos, o cordel, a “contação” de histórias, desafios, trovas e versos são também utilizadas tornando esta experiência única, dinâmica e participativa. Durante a visita, os participantes são estimulados a refletirem sobre a diversidade cultural brasileira, as relações entre o mundo do campo e o das grandes cidades, os processos migratórios, as diferentes profissões, as práticas sociais, as relações familiares, as festividades, a espiritualidade e, ainda, sobre questões próprias ao universo das artes plásticas, os processos criativos dos artistas e os materiais que utilizam para fazer suas esculturas.

14h – Oficina Fazer Brinquedos, com Getúlio Damado, criador de maquetes do bondinho de Santa Teresa – A partir de oito anos de idade, vagas ilimitadas.

Na Oficina Fazer Brinquedos com o artista Getúlio Damado, os participantes terão a oportunidade de aprender a fazer esculturas populares como bonecos e pássaros utilizando diversos tipos de sucata (plástico, papel, madeira, eletrônicos e metal).

Getúlio Damado, 66 anos, mineiro de nascimento e carioca “de vida e coração”, é conhecido por seu Famoso Ateliê Chamego Bonzolândia, criado há 36 anos na Rua Leopoldo Fróes, 15, em Santa Teresa, que se tornou ponto turístico do bairro boêmio com seu “bonde-oficina”. Sua primeira obra, a maquete do bonde de Santa Teresa, foi toda feita em materiais recicláveis, sendo ainda mais um representante do movimento ecológico. A partir de uma exposição de seus trabalhos no Museu do Folclore, no Catete, ele participou nos anos 2000 de várias mostras no Brasil e no exterior, como uma no Museu do Pontal. Seu filho Victor Damado segue seus passos.

15h – Baú de Brinquedos, classificação livre.

Os arte-educadores do Museu do Pontal estimulam a criançada a conhecerem o Baú de Brinquedos Populares. Nesta iniciativa inédita, o público infantil brincará com ioiôs, bilboquês, petecas, piões, fantoches, elásticos e cordas para pular, giz para riscar amarelinha e bambolês. As esculturas vistas nas exposições, especialmente no setor Brincares – brincadeiras e brincantes, enfocam várias dessas brincadeiras, e esta atividade promove este contato lúdico ao ar livre, na grande Praça-Jardim, na parte frontal do Museu. Em caso de chuva, a atividade acontece na Sala Multiuso.

15h30 – Contação de histórias, com Tatiana Henrique e Hebert Said

Tatiana Henrique e Herbert Said convidam o público a conhecer as histórias de Mãe d’água. Os seres das águas encantam há muito tempo pescadores e marinheiros. É só esperar as noites de lua cheia… Tatiana Henrique pesquisa oralidade e culturas africanas e afro-brasileiras há 20 anos, e faz contações de histórias para diversas idades. Herbert Said é ator e contador de histórias. Pesquisa ambiências sonoras e narratividade, baseadas em materiais alternativos e na linguagem sonora árabe e norte-africana.

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