Modo Contínuo | Simone Cadinelli Arte Contemporânea

Roberta Carvalho, Lúmen Essência I, 2013

A galeria Simone Cadinelli Arte Contemporânea inaugura no próximo dia 23 de junho de 2021 a exposição “Modo Contínuo”, em comemoração ao seu aniversário de três anos. A mostra apresenta uma seleção de 35 obras inéditas e emblemáticas – em vídeo, pintura, escultura, fotografia, objeto, e instalação – dos artistas Claudio Tobinaga, Gabriela Noujaim, Isabela Sá Roriz, Jeane Terra, Jimson Vilela, Leandra Espírito Santo, Pedro Carneiro, PV Dias, Roberta Carvalho e Virgínia Di Lauro, representados pela galeria. A mostra fica em cartaz até 27 de agosto de 2021.

A vitrine da galeria, voltada para a Rua Aníbal de Mendonça, em Ipanema, ganha um panorama da artista Leandra Espírito Santo.

“Modo Contínuo” reúne obras recentes e inéditas como as pinturas em acrílica sobre papel “As botas de Joelma” (2021), e “Calypso” (2021), do paraense PV Dias(1994); os vídeos e GIFs “Ela disse que tem de ter peneira em casa – cessar” (2020, 8’21), “Decoração suspenso – 2” (2020, 2’07), “Fazer crescer os intervalos” (2020, 9”) e “Fundir-se” (2019, 18”), de Virgínia Di Lauro (1989), baiana radicada em Porto Alegre; a pintura em acrílica sobre tela “Máscaras efetivas contra governo ineficaz. Educação” (2020), de Pedro Carneiro (1988, Rio de Janeiro); e ainda duas pinturas em monotipia seca sobre pele de tinta de Jeane Terra (1975): “Horizonte Náufrago” (2020) e “À Deriva” (2020).

Jimson Vilela, Infiltração II, 2015

A exposição traz também trabalhos emblemáticos das trajetórias dos artistas, como as pinturas “Sacrifício” (2018), em óleo sobre tela, de Claudio Tobinaga (Rio de Janeiro, 1982); as em acrílica sobre tela e produzidas em 2020 – “Série ponto de vista (Space Invader), de 2020; “Respirar (Breathe) e “Chorar” – de Pedro Carneiro; e em acrílica sobre papel e outros materiais, “Desmembrar o texto, descascar, repovoá-lo” (2020) e “Sem Título” (2019), de Virgínia Di Lauro (Barra da Choça, Bahia, 1989, e radicada desde 2011 em Porto Alegre).

De Gabriela Noujaim (Rio de Janeiro, 1983) estarão as serigrafias “Raposa Serra Do Sol” (2019) e “Latinamerica” (2020).

Em papel e tecido são duas obras de Jimson Vilela (Rio de Janeiro, 1987, e radicado em São Paulo) ambas de 2015: “Infiltração I”e Infiltração II.

Além da fotografia “Lapso” (2017”, da série “Apagamento”, a exposição traz da artista Leandra Espírito Santo (Rio de Janeiro, 1983, e também radicada em São Paulo) objetos criados em 2019: “Série Natureza morta (salada de frutas)”, “Série Natureza morta (arroz e feijão)”, “Série Gestos (Ok)” e “Terceira Pessoa”, um letreiro com a frase “Só existo em terceira pessoa” em LED.

A carioca Isabela Sá Roriz (1982) mostra o objeto em elastômero “Sem Título”(2018).

A paraense Roberta Carvalho, que mora em São Paulo, está na exposição com as fotografias “Lúmen Essência I” (2013) e “Cinema Líquido 2” (2015).

No próximo dia 14 de julho será lançado o livro “Latinameria2020”, da artista Gabriela Noujaim, idealizado e produzido durante a pandemia, no início de seu isolamento voluntário, em abril de 2020.

Leandra Espírito Santo, Lapso – da série Apagamento, 2017

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