Maria Martins | Casa Roberto Marinho

Uma das primeiras obras a capturar o olhar do visitante, na Casa Roberto Marinho, é a escultura em bronze O implacável (1944), da mineira Maria Martins (1894-1973), instaurada diante da fachada do casarão neocolonial, no Cosme Velho.

A partir do dia 13 de março, o público terá a oportunidade de se aproximar da poética da primeira escultora a explorar o tema da sexualidade no Brasil. Ocupará o térreo do instituto uma mostra com dez gravuras e documentos doados à instituição pelo casal Heloísa e Carlos Luiz Martins Pereira e Souza, ele sobrinho-neto da artista.

A individual reunirá também as esculturas Glebe-ailes (1944) e Insônia infinita da terra (1954), que integram o acervo permanente da Casa, além de cartas e reproduções de livros e fotos. Em paralelo à mostra, o auditório do instituto exibirá “Não esqueça que eu venho dos trópicos”, documentário de Elisa Gomes sobre a vida e a obra de MM.

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