Linhas em ruptura | FAMA Museu

A FAMA Museu, instituição sediada em Itu, no interior de São Paulo, inaugura a exposição Linhas em ruptura, com gravuras de figuras centrais do modernismo brasileiro e de artistas que se destacaram a partir da década de 1960. A abertura acontece no dia 28 de agosto na Sala Marcos Amaro.

Com curadoria de Luiz Armando Bagolin, a mostra exibe gravuras matriz e impressões de representantes do movimento, como Flávio de Carvalho, Oswaldo Goeldi, Lívio Abramo, Maciej Babinsky e Darel, e de artistas com produções a partir dos anos 60, 70 e 80, como Mestre Noza, Edith Behring, Wesley Duke Lee, Evandro Carlos Jardim, Regina Silveira e Anna Bella Geiger.

Durante a modernidade, a gravura deixa de ser apenas um recurso ou técnica que servia à transmissão e reprodutibilidade de ideias ou exortações de caráter moral, político e científico, e passa a ter mais autonomia e liberdade. “Ao todo, a exposição reúne 113 obras dos principais artistas históricos da gravura brasileira. A seleção deles foi feita com o intuito de mostrar a diversidade de temas e de técnicas dentro da gravura.”, explica Luiz Armando Bagolin.

Para garantir a acessibilidade e inclusão, Linhas em ruptura disponibilizará a opção de audioguia, obras adaptáveis e videolibras. A entrada é gratuita com agendamento de visita pelo site.

Paralelamente à exposição, a abertura conta com a oficina de impressão com o Xilomóvel, um ateliê itinerante de gravura, das 11h às 14h. Também será inaugurada a Sala Experiência – um novo espaço para atividades lúdicas para crianças e adultos. A primeira obra comissionada que ocupa o espaço da FAMA Museu é Construção infinita, uma instalação de Guilherme Teixeira que investiga as relações entre o fazer artístico, os jogos de armar e a escultura moderna e contemporânea.

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