Geografias da ancestralidade | Paço das Artes

Reprodução de imagem de Maria Lídia Magliani, 1997 

Na reta final da exposição Geografias da ancestralidade, o Paço das Artes (instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo) realiza um evento de lançamento do catálogo da mostra, que acontece no dia 22, a partir das 15h. No mesmo dia, às 16h, o artista Jerona Ruyce apresenta a performance Alimento invisível.

Em cartaz no Paço das Artes até 30 de junho, a mostra Geografias da ancestralidade, com curadoria de Renata Felinto, reúne obras de arte provenientes de diferentes narrativas artísticas fundamentadas por levantamentos biográficos de 11 artistas atuantes em diversas regiões do Brasil, que discutem e/ou enfrentaram deslocamentos físicos, estéticos e poéticos.  Aspectos da ancestralidade afrodiaspórica residem e resistem nas visualidades de suas produções, na riqueza das linguagens sobre as quais se debruçam, ainda que as obras sejam criadas por artistas de gerações, gêneros e culturas distintas.

Nas palavras do próprio artista, Alimento invisível se trata de uma ação performática com elementos sonoros, hibridismo das linguagens do corpo com a música espontânea através de uma paisagem sonora construída no tempo-espaço, alinhada com o acaso e com a presença do outro. “Pode ser história, pode ser de estória, mentira ou fantasia, brincadeira ou conflito, camadas e camadas de alimento invisível, são sons!”

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