Encruzilhada | Pé Vermelho – Espaço Contemporâneo

Como parte do projeto Temporada de Exposições – Contraêxodo: Estratégias de Inserções, o Pé Vermelho – Espaço Contemporâneo abre ao público a mostra Encruzilhada, com obras dos artistas visuais AYA (DF), Marcone Moreira (PA) e Shevan (DF). Com curadoria compartilhada de Gisele Lima e o Pé Pé Vermelho, a mostra foi pensada a partir da produção de três artistas visuais que atuam fora do eixo sudestino. No dia da abertura, às 18h, os artistas e curadores participam da palestra  “Se formar à margem”.  O Pé Vermelho – Espaço Contemporâneo fica na Avenida 13 de maio, Quadra 57, Lote – Setor Tradicional, Planaltina – DF. No Instagram e no Facebook @pervermelhoec.

Encruzilhada é a segunda exposição do projeto “Temporada de Exposições – Contraêxodo: Estratégias de Inserções” e reúne artistas que apresentam uma proximidade de procedimentos e materiais em seus trabalhos. As curadorias dos artistas locais que integram as mostras junto aos convidados foram realizadas a partir de pesquisa e análise de portfólios pela equipe do Pé Vermelho junto com a curadora convidada Gisele Lima (DF). A variedade de corpos, origens, temas e linguagens artísticas é um dos norteadores para as seleções de artistas e suas obras.

A exemplo da edição anterior, para esta exposição, a equipe de curadores partiu do trabalho do artista convidado para selecionar dois artistas que produzem localmente. A Marcone Moreira (PA), artista convidado para esta edição, juntam-se AYA, que mora em Taguatinga (DF), e Shevan, que atualmente mora na Bahia, produziu os trabalhos que estão na mostra em São Sebastião (DF) e na residência artística realizada no Pé Vermelho, em Planaltina (DF). “Em comum, são artistas que trabalham à margem”, diz Luciana Paiva, da equipe de curadores do Pé Vermelho. “Eles partem da coleta de materiais que são destituídos de seu uso recorrente para serem posteriormente  rearranjados em composições abstratas, assemblages e instalações, mantendo os vestígios e cruzamentos de seus percursos na materialidade das obras”, completa.

 

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