Elvis Almeida e Pedro Sánchez | Mul.ti.plo Serra

A Mul.ti.plo Serra reabrirá, depois de um longo período imposto pela pandemia, com uma exposição de dois dos mais destacados jovens artistas da nossa cena contemporânea: Elvis Almeida e Pedro Sánchez, um sopro renovador nessa quadra de dias tão difíceis e dolorosos.

Essa escolha demonstra bem a disposição da Mul.ti.plo em ter uma ampla e diversificada atuação ao lado da criação de nossos artistas, com rigor e excelência no fazer artístico.

A galeria apresentará obras de grande e médio formatos entre Xilogravuras e Monotipias. A novidade está também na produção das Vitrografias, um processo Litográfico desenvolvido em matriz de vidro, todas produzidas no maior ateliê de gravuras do Rio de Janeiro, o Estúdio Baren.

 A Mul.ti.plo Serra é a primeira galeria de arte na Serra Fluminense, localizada no Vale das Videiras e segunda casa da tradicional galeria carioca com dez anos de existência Mul.ti.plo Espaço Arte e cenário de várias exposições individuais e coletivas realizadas da maneira exitosa, expandindo poesia para todos os cantos da Serra.

Reunimos artistas do porte de Antonio Dias, Antonio Manuel, Tunga, Waltercio Caldas, Iole de Freitas, Anna Maria Maiolino, Cildo Meireles, Marcos Chaves, Barrão, Walter Carvalho, Daisy Xavier, José Bechara, Raul Mourão, Angelo Venosa, dentre outros artistas brasileiros. Entre os nomes internacionais: Francis Bacon, Kounellis, Baselitz, T`apies, Richard Serra, José Pedro Croft, Regina Giménez, Jaume Plensa e Cabrita. A lista segue como segue também a intenção da galeria de cada vez mais estar presente no Vale das Videiras com uma programação sólida e incontornável para os apreciadores da boa arte.

Elvis Almeida

Elvis Almeida nasceu em 1985 no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha. Graduou-se em Gravura na UFRJ (2013) e frequentou cursos de Serigrafia na EAV Parque Lage e de História da Arte nas Redes da Maré, todos no Rio de Janeiro. Suas exposições individuais incluem: Estrada nebulosa sem olhos de gato, Mercedes Viegas Arte Contemporânea(Rio de Janeiro, 2019); Revelação durante o nascimento de uma gota, Paço Imperial(Rio de Janeiro, 2018) e Galeria dotART(Belo Horizonte, 2018); Ponta Seca Torta / Faca Cega, Galpão Fortes D’Loia & Gabriel(São Paulo, 2017); O cotidiano das estruturas familiares, Projeto Tech_Nô, Oi Futuro Flamengo (Rio de Janeiro, 2017); Certezas para dobrar, Mercedes Viegas Arte Contemporânea (Rio de Janeiro, 2016); Uma cidade de xapisco dividida por um muro de cau, Amarelonegro Arte Contemporânea (Rio de Janeiro, 2010). Entre as coletivas, destacam-se:  20º Festival de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil, Sesc Pompeia (São Paulo, 2017); Pintura, Caixa Cultural (Rio de Janeiro, 2017); Um Desassossego, Galeria Estação (São Paulo, 2016); Oito artistas, Mendes Wood DM (São Paulo, 2016); Gramática Urbana, Centro de Arte Hélio Oiticica (Rio de Janeiro, 2012); Arte Pará, Fundação Romulo Maiorana (Belém, 2011); Reality Reimagined, Modified Arts (Phoenix, 2010); Abre Alas 6, A Gentil Carioca (Rio de Janeiro, 2010); VI Bienal Internacional de Arte SIART (La Paz, 2009); Iluminando o Novo, Largo das Artes e Espaço Furnas Cultural (Rio de Janeiro, 2009);

Pedro Sánchez

Artista visual, pesquisador e professor, mestre em História da Arte pelo programa de pós-graduação em História Social da Cultura, da PUC-Rio. Doutor em Design por esta mesma instituição, desenvolveu a pesquisa, Gráfica de rua: estratégias e táticas na cultura visual de rua do Rio de Janeiro. É Professor Associado e coordenador do curso de Artes Visuais – Gravura da Escola de Belas Artes da UFRJ. Trabalhando com gravura e meios alternativos de reprodução gráfica, pesquisa  o uso destes procedimentos e a apropriação do espaço urbano como estratégias de inserção e construção de um meio independente de circulação de imagens e objetos culturais. Desde 2013 produz a publicação,  Cabuloza Wild Life, editada em xilogravura.

Compartilhar: