Curso Online | Zoom

As aulas de Arte no Ocidente – Século XX começam em 25 de agosto e as inscrições podem ser feitas pelo site https://magnoliacosta.art;

Educadores e estudantes têm desconto de 50% na adesão

O curso Arte no Ocidente – Século XX, ministrado há 25 anos pela doutora em filosofia e especialista em arte francesa, Magnólia Costa, estará disponível no formato online a partir de 25 de agosto. No programa, serão abordados movimentos artísticos da Europa, Estados Unidos e Brasil que refletem as transformações e percepções da sociedade no período e na atualidade. As aulas serão transmitidas ao vivo, pelo aplicativo Zoom, às terças-feiras, das 17h às 18h30. Professores e estudantes contarão com 50% de desconto no investimento e as inscrições podem ser feitas pelo: https://magnoliacosta.art./.

O século XX, marcado pela mecanização dos processos de produção, a expansão urbana, tecnologias e a potencialização do capitalismo como sistema econômico mundial, também compreende o surgimento de um novo mercado para as artes.

“É neste contexto que surge um sistema de produção artística diferenciado, com escolas, galerias, escritórios e museus especializados. Assistimos ao nascimento do mercado das artes como conhecemos hoje”, aponta Magnólia.

Também é nesse período que a arte se volta para ela mesma. Os artistas da época buscam referências na história da arte e, sob uma nova ótica, criam formas e movimentos que ultrapassam as telas, as instalações ou esculturas produzidas. O resultado é a influência direta na arquitetura, no design e na construção estética da sétima arte, o cinema.

“A arte contemporânea é autorreferente. Hélio Oiticica e Lygia Clark, por exemplo, iniciaram suas pesquisas com base na arte construtivista, o movimento que começou na Rússia e se alastrou pela Europa”, conta a professora. Além desses artistas brasileiros, nomes como Piet Mondrian, Kandinsky e Pablo Picasso figuram no programa das aulas.

Em cada encontro do curso, Magnólia, trará um movimento artístico do século XX. O expressionismo, cubismo, dadaísmo, concretismo e minimalismo são alguns exemplos. No total serão 14 aulas e, ao final, os alunos receberão um certificado de conclusão.

Formação

Quando idealiza um curso ou resolve readequar algum programa antigo – como é o caso do Arte no Ocidente – Século XX – Magnólia busca estabelecer o diálogo com o presente. Dessa forma, as aulas que iniciam em 25 de agosto são direcionadas para o público interessado na compreensão de discursos e debates da atualidade, em especial professores e estudantes.

“Será possível entender certas forças que são determinantes na sociedade, como o consumismo, a questão da mulher, e a racial, ou seja, muito do que está em debate na sociedade e que contribui para a formação crítica”, aponta Magnólia.

Assim, como política institucional, Magnólia reserva metade das vagas de seus cursos para professores e estudantes, além do desconto de 50% no pagamento.

Atemporal

A cada nova edição do Arte no Ocidente – Século XX, Magnólia procura formas e conteúdos que diferenciem o curso da versão anterior. Apesar de uma base estrutural definida, as aulas nunca são exatamente iguais. Por isso, mesmo quem já assistiu encontra surpresas.

“Tenho alunos que já assistiram duas, três vezes. Há sempre um olhar diferente para o trabalho de um determinado artista e nesses anos também tivemos algumas descobertas, novos nomes. Pode ser também que uma leitura me inspire, então não sigo um modelo fechado”, revela.

Acesso

Os inscritos receberão um link da plataforma Zoom momentos antes do início da aula. Depois de cada encontro, a professora disponibilizará a gravação por mais sete dias para quem, eventualmente, não conseguir assistir ao vivo.

Sobre Magnólia Costa | Doutora, mestre, bacharel e licenciada em Filosofia pela Universidade de São Paulo, Magnólia Costa concentrou suas pesquisas em Estética, se especializando em arte francesa do século XVIII e em pintura de paisagem franco-italiana do século XVII. Com 25 anos de experiência em ensino, a profissional atuou em museus como o Museu de Arte de São Paulo (MASP), no corpo docente da Escola do MASP, e no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) onde chefiou o Setor de Pesquisa e Publicações e ocupou o cargo de Relações Institucionais, em que segue ministrando cursos de história da arte. Além disso, também implementou a disciplina Crítica de Arte na Faculdade em Artes da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), onde atuou por dez anos como professora titular. Entre suas pesquisas atuais, destacam-se a arte relacional, a ação dos museus no contexto geopolítico, as relações entre arte e natureza, a arte produzida por mulheres e sua presença nas instituições artísticas.

Compartilhar: