Brotar | Recipiente Porongo

O Recipiente Porongo apresenta a coletiva  Brotar na inauguração do seu espaço na rua Pinheiro Guimarães, em Botafogo, com curadoria de Shannon Botelho com a participação de 30 artistas da cena contemporânea atual. São eles: Aline Mac Cord, Amador e Jr. Segurança Patrimonial Ltda, Ana Klaus, Camile Soares, Cibele Nogueira, Cibelle Arcanjo, Edu Monteiro, Eloá Carvalho, Fernanda Sattamini, Gabriela Noujaim, Hugo Houayek, Ju Morais, Julia Arbex, Karin Cagy, Kika Diniz, Luanda, Marcelo Monteiro, Mariana Guimarães, Maria Baigur, Maria Palmeiro, Paloma Carvalho, Patrizia D’Angello, Rafael Adorján, Rafael Prado, Rafa Diås, Raul Leal, Stefanie Ferraz, Thadeu Dias, Ursula Tautz, Vanessa Freitag.

Porongo, – fruto da cabaça com origem na região do Rio da Prata, entre Argentina e Uruguai -, nomeia o espaço cultural que abriga o ambiente expositivo FEVRA Contexturas em Arte, com cerca de 42m², onde será realizada a exposição individual da artista gaúcha Michele Martines, que apresentará cerca de 30 pinturas em diferentes formatos.

FEVRA Contexturas é uma fusão de conceitos que se conectam em iniciativas artísticas. Consiste em um corpo criativo que ocupa o espaço dentro do Porongo, possibilitando a apresentação de diversas produções, complementadas por pesquisa e análise crítica.

Mas não é só FEVRA que habita o centro cultural. Com 120m² e capacidade de receber um público de até 200 pessoas, o Porongo abre suas portas para a exposição coletiva Brotar, com curadoria de Shannon Botelho, responsável por reunir os 30 artistas participantes que ocuparão todo o espaço com pinturas, gravuras, esculturas, objetos e uma instalação na vitrine.

Os trabalhos apelam para o sentido do ato de nascer, ou brotar, como o título da exposição revela. Fazer uma relação entre a inauguração do novo espaço carioca e o verbo brotar, pode ir mais além, como justifica o curador: “na linguagem popular, brotar pode significar aparecer, comparecer a um lugar, a uma festa”.

“Nesta mostra, apresentamos uma expografia mimética do que acontece nas florestas e matas brasileiras, uma explosão de presenças diversas e exuberantes. A fim de celebrar este começo, brotamos no Porongo, com nossas germinações e presenças”, destaca Shannon.

Compartilhar: