Ativações exposição Hábito/Habitante | EAV Parque Lage

A exposição coletiva Hábito/Habitante , realizada pela Escola de Artes Visuais e inaugurada em 1º de maio nas Cavalariças do Parque Lage, está realizando uma série de ativações durante os meses de maio e junho. Reunindo cerca de 60 obras de mais de 40 artistas brasileiros, a mostra apresenta um arco de trabalhos que partem da década de 1960 e apontam para as coletividades.

As ativações são presenciais (agendamento prévio online) com transmissão em streaming pelo site da exposição.

Ativações confirmadas:

Com Felipe Abdala 26 de maio, às 18h

Ação | Felipe Abdala | Boca Seca

“Boca seca” é uma ação direta no espaço. Transmitido enquanto se realiza, o trabalho interage também com a tela e a projeção no chroma key, abrindo cicatrizes na imagem, consumindo dados. “Boca seca” também são duas linhas que interrompem a integralidade de um fundo verde.

 

Como Corpo – 3 de junho, às 21h

Leitura performática | Texto de Laura Borghi, interpretação por Beatriz Barros

COMO CORPO é um texto da curadora Paula Borghi que compartilha experiências, memórias e pensamentos de uma personagem expressada numa narrativa em primeira pessoa; refletindo sobre a colonização da subjetividade e a opressão sobre o corpo da mulher, sobretudo de seu sexo. Para a mostra Hábito-Habitante o texto será lido pela atriz Beatriz Barros, com transmissão ao vivo pelo canal de Youtube do Parque Lage.

 

Com Tadáskía  – 9 de junho, às 16h

Aparição | Tadáskía | this/that: a doll, arranjo

Performance da artista visual Tadáskía.

 

Primeira Escola de Indisciplina do Brasil – 10, 17, 24 e 25 de junho

Semana Poliesportiva | Primeira Escola de Indisciplina do Brasil | Yná Kabe Rodríguez e convidados

Dentro da ideia de quadra poliesportiva em uma construção da “matéria” de Educação Física no currículo escolar, a Semana Poliesportiva da EIB busca apresentar outras noções de esporte, competição e práticas desportivas. nos alongando nas discussões de pedagogias transgressoras na educação das corpas. em um contexto de experiências marginais às “práticas corporais”.

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