ARTE NAIF ou ARTE POPULAR?
Muito mais do que uma simples nomenclatura determinante de uma bela arte brasileira!
A Galeria Jacques Ardies abre uma nova coletiva “ARTE NAIF ou ARTE POPULAR? Tanto faz, ARTE DO BRASIL !“ com 32 pinturas assinadas por oito artistas que apresentam trabalhos os quais representam o Brasil isento de influências externas. A curadoria está a cargo de Jacques Ardies, ativo no segmento há mais de quatro décadas, com abertura prevista para o próximo dia 20 de junho, às 18hs.
A seleção dos pintores – Isabel de Jesus, Francisco Severino, Fefe Talavera, Dalva Magalhães, Gilvan, Ivan Moraes, Antônio de Olinda, José de Freitas – possibilita duas ações simultâneas e superlativas: resgata alguns artistas cujos trabalhos devem voltar ao foco público pela excelência das técnicas envolvidas e coloca, lado a lado, obras contemporâneas, recém finalizadas de criativos do mesmo padrão e que compõe a soma positiva característica das escolhas do curador.
A questão que titula a exposição: Arte Naif ou Arte Popular – pode provocar críticas, comentários, desavenças e concordâncias mas não interfere no propósito maior: diminuir a polêmica sobre a utilização do termo Naif e mostrar a arte que é o mote principal. Naif tornou-se um termo pejorativo como se denominasse uma arte menor, não relevante, sendo que é um termo utilizado internacionalmente como referência de um estilo.
“ARTE NAIF ou ARTE POPULAR? Tanto faz, ARTE DO BRASIL!” mostra o resgate de quatro artistas que deixaram um extenso e importante legado ao mesmo tempo em que apresenta trabalhos de artistas ativos na criação de suas obras atuais.
“Estou mostrando uma bela arte brasileira, que é o que importa. Arte a qual me dedico há anos e acho que existe muito ainda para mostrar!” Jacques Ardies

