O Sesc Santo André exibe a exposição Acervo de Histórias: Fazeres em Movimento, que reúne 44 obras relacionadas às atividades realizadas no Espaço de Tecnologias e Artes (ETA) da unidade ao longo de sua trajetória. Desenvolvidos por artistas que ministraram oficinas, cursos e ações formativas, os trabalhos revelam a importância do ETA como um espaço de criação contínua, marcado pela experimentação coletiva, onde práticas manuais e tecnologias digitais se cruzam.
Com curadoria de Camila Alcântara, Acervo de Histórias dá visibilidade a trabalhos criados por 35 artistas, artesãos e arte-educadores. O percurso expositivo é organizado em nove núcleos, que se articulam de forma não linear – a mostra reúne obras que abordam questões ligadas à afirmação de identidades, à relação com a matéria e o ambiente, à memória construída por meio do gesto, ao brincar como linguagem criativa e à invenção de universos ficcionais. Esses núcleos funcionam como zonas de aproximação, permitindo leituras cruzadas entre trabalhos de naturezas distintas.
O público pode transitar entre experiências sensoriais, visuais e narrativas, descobrindo trabalhos que exigem aproximação física, outros que se revelam pelo som, pelo gesto ou pelo tempo de observação, criando um ambiente em que a diversidade de práticas se organiza mais pela convivência do que pela separação de linguagens.
Com curadoria de Camila Alcântara, Acervo de Histórias dá visibilidade a trabalhos criados por 35 artistas, artesãos e arte-educadores. O percurso expositivo é organizado em nove núcleos, que se articulam de forma não linear – a mostra reúne obras que abordam questões ligadas à afirmação de identidades, à relação com a matéria e o ambiente, à memória construída por meio do gesto, ao brincar como linguagem criativa e à invenção de universos ficcionais. Esses núcleos funcionam como zonas de aproximação, permitindo leituras cruzadas entre trabalhos de naturezas distintas.
O público pode transitar entre experiências sensoriais, visuais e narrativas, descobrindo trabalhos que exigem aproximação física, outros que se revelam pelo som, pelo gesto ou pelo tempo de observação, criando um ambiente em que a diversidade de práticas se organiza mais pela convivência do que pela separação de linguagens.
Entre os exemplos apresentados estão peças interativas que convidam à manipulação, à escuta, experimentações em madeira e cerâmica desenvolvidas a partir de práticas coletivas, além de obras que incorporam recursos de fabricação digital e eletrônica. Há também produções que partem de gestos simples do cotidiano, revelando como diferentes experiências podem dar origem a formas diversas de criação.
Desde sua concepção, a exposição foi pensada para ampliar as formas de acesso. Todos os núcleos incluem ao menos uma obra com recursos de acessibilidade, e os textos de parede foram desenvolvidos em versões curtas, com leitura em braile. Há ainda conteúdos audiovisuais com tradução em Libras e legendas, permitindo diferentes modos de aproximação com as obras.
A partir de diferentes percursos de aprendizagem, as obras revelam experiências construídas ao longo do tempo, em práticas compartilhadas, e ajudam a compreender a criação artística como algo que se desenvolve em diálogo. Ao aproximar práticas manuais e recursos digitais, materiais concretos e interfaces intangíveis, a exposição mostra que tentar, errar e descobrir também faz parte da experiência estética e da produção de conhecimento.


