7º Prêmio EDP nas Artes | Instituto Tomie Ohtake

DAVI DE JESUS DO NASCIMENTO, 2020, Os peixes Criaram Beijos, Aguamento barranqueiro

Com todos os protocolos de segurança para a proteção dos visitantes, o Instituto Tomie Ohtake e a EDP, com o apoio do Instituto EDP, apresentam a exposição dos 10 artistas selecionados ao 7º Prêmio EDP nas Artes, entre os 456 inscritos, provenientes de 21 Estados brasileiros e do Distrito Federal.

Durante o novo horário de funcionamento do Instituto Tomie Ohtake, o público pode conferir as obras de Arivanio Alves, Quixelô – CE; Davi de Jesus do Nascimento, Pirapora – MG; Érica Storer de Araújo, Curitiba – PR; Felipe Rezende, Salvador – BA; Gu da Cei, Ceilândia – DF; Hariel Revignet, Goiânia – GO; Luana Vitra, Contagem – MG; Talles Lopes, Anápolis – GO; Uýra, indígena residente em Manaus – AM e Yná Kabe Rodríguez, Brasília – DF.

Entre os selecionados estão os três premiados com residências internacionais: Érica Storer de Araújo, Curitiba – PR; Felipe Rezende, Salvador – BA; Talles Lopes, Anápolis – GO.

HARIEL REVIGNET, 2018, Agombenero Ancestrais – Foto: Nutyelly Cena

 

Do total de inscrições, foram pré-selecionados 20 nomes, mediante análise de portfólio, desempenhada por um júri composto pelos artistas Arthur Chaves, Dora Longo Bahia e Elilson e pelos curadores Amanda Carneiro e Theo Monteiro. Após entrevistas individuais por vídeo-chamada, definiu-se a lista dos 10 selecionados. O grupo recebeu acompanhamento personalizado da equipe de jurados para o processo de realização das respectivas obras. Este acompanhamento, oportunidade rara para jovens artistas, implementa os critérios para a escolha dos três premiados.

Voltado para estimular a produção artística contemporânea, o Prêmio EDP nas Artes é dedicado a jovens artistas de todo o Brasil, nascidos ou residentes no país há pelo menos dois anos, com idade entre 18 e 29 anos. A iniciativa, além da premiação, contempla uma série de atividades ao longo do ano, como cursos, palestras, lives e workshops nas diversas regiões brasileiras.

Na edição anterior, em 2018, os três premiados com residências artísticas internacionais foram Marie Carangi (Recife – PE, 1989); Elilson (Recife – PE, 1991) e Iagor João Barbosa Peres (Rio De Janeiro – RJ, 1995).

MERSON MUNDURUKU – UYRA SODOMA, 2019, Boiuna. FOTO: MATHEUS BELÉM

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