O Museu do Açude recebeu uma homenagem de cinco dos maiores artistas contemporâneos brasileiros. Angelo Venosa, Eduardo Coimbra, Iole de Freitas, Nuno Ramos e Waltercio Caldas, que possuem obras permanentes no local, criaram múltiplos em tributo ao museu. A iniciativa partiu de uma parceria da Mul.ti.plo Espaço Arte com os Museus Castro Maya.
A apresentação das peças foi dia 15 de setembro, na pérgula do Museu do Açude, em plena Floresta da Tijuca. Stella Ramos e Maneco Muller (Mul.ti.plo) e Vera de Alencar (Museus Castro Maya – Ibram – Ministério da Cidadania) receberam os convidados.
O múltiplo de Eduardo Coimbra, que está completando 30 anos de atividade desde sua primeira coletiva, é um díptico composto de caixas de luz feitas de aço e fotografia, lembrando o efeito ótico de um espelho retrovisor. Waltercio Caldas apresentou seu inusitado “aparelho de funcionamento simbólico” ou de “sugestões poéticas”, que pode ser montado pelo próprio espectador. Iole de Freitas posou ao lado de seu múltiplo, criado com o mesmo material utilizado na sua obra permanente (policarbonato e aço inox). O trabalho de Nuno Ramos (que não pôde comparecer ao evento) faz uma reverência à Nelson Cavaquinho, unindo a arte popular à alta cultura dos dicionários. O de Angelo Venosa é uma peça em bronze que, assim como sua obra no museu, tem relação com a natureza e parte de um molde impresso digitalmente.
Os múltiplos agora seguem para a ArtRio, sendo lançados no estande da Mul.ti.plo Espaço Arte, em 18 de setembro, dia do “preview” da feira.














