DASARTES 96

DAVID PARK
GERHARD RITCHTER
TANIA BRUGUERA
TICIANO
MODERNISMO JAPONÊS

CAPA
Aos 38 anos, DAVID PARK (1911-1960) abandonou diversas de suas telas expressionistas abstratas no lixão da cidade e começou a pintar “figuras”. Uma decisão radical que mudou o caminho da arte figurativa da região de São Francisco nos anos 1950. Essas composições ousadamente executadas revelam um artista profundamente conectado à experiência humana e, no auge de seus poderes, valorizando as qualidades expressivas e sensuais da tinta pura.

DESTAQUE
O museu Metropolitan dedica grande mostra ao trabalho de um dos artistas mais renomados do nosso tempo. GERHARD RICHTER: Painting After All revela as seis décadas de trabalho de Richter em exploração contínua das implicações materiais, conceituais e históricas da pintura. esta é a primeira grande pesquisa nos EUA sobre o artista em quase 20 anos.

PELO MUNDO
Durante a primeira metade do século 20, a arte e a estética tradicionais do Japão interagiram com a vida e a cultura europeias, resultando em uma era pulsante do MODERNISMO JAPONÊS e no surgimento de um movimento art déco na arquitetura, pinturas, gravuras, design e moda asiáticos. Conheça grandes obras de jovens artistas femininas da época e raras pinturas em grande escala de jovens artistas japoneses, impressões modernistas em cores produzidas com as técnicas refinadas do ukiyo-e tradicional e também a moda da época e acessórios relacionados.

FLASHBACK
Mostra na National Gallery reúne um grupo de obras-primas do artista renascentista TICIANO pela primeira vez desde o final dos anos 1500. Ticiano chamava as pinturas de Poesias, porque se baseavam na poesia clássica para seus temas e as imaginava como poemas visuais.

ALTO RELEVO
TANIA BRUGUERA (1968, Havana, Cuba), está entre as artistas mais influentes da cena mundial, cujas performances e instalações examinam as estruturas do poder político e seus efeitos sobre as pessoas mais vulneráveis da sociedade. A artista e ativista desafia fortes poderes com suas ações muitas vezes provocativas e que se tornaram objeto de atenção internacional. Por Elisa Maia.

ALTO FALANTE
“Quando tudo isso passar, é possível que os artistas em atuação percebam algum furo na estrutura do contemporâneo e consigam apostar em uma produção outra, menos repleta de afã, extemporânea, estranha, inoportuna, tardia à própria velocidade que lhes foi vagarosamente impressa ao longo dos últimos trinta anos.”
Leia o texto Extemporâneos na volta da coluna ALTO FALANTE com o artista-pesquisador Alexandre Sá.

Veja também as sessões DE ARTE A Z, LIVROS, NOTAS DO MERCADO, AGENDA.

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