Leilões de maio quebram recordes

© Christies Images Ltd. 2015

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Um novo recorde para a obra de arte mais cara do mundo vendida em leilão foi batido em leilão da Christie’s em maio. Trata-se de pintura de Picasso, vendida por US$179 milhões. Especula-se que o comprador seja o ex-primeiro ministro do Qatar.

Este é apenas um exemplo da grande festa de recordes que foi o mês de maio no mundo dos leilões. Apenas a Christie’s negociou US$ 1,7 bilhão em pouco mais de uma semana, em três leilões cheios de obras vendidas por mais de uma dezena de milhões de dólares. Recordes de preço foram alcançados para Mondrian, com a venda da tela Composição n II por US$50,6 milhões. Outro recorde foi alcançado para obras de Giacometti, cuja escultura Homem que aponta foi vendida por US$144 milhões. Vale lembrar que, em 2010, a venda da escultura de Giacometti Homem que caminha l por US$100 milhões estarreceu o mundo e estabeleceu recorde de preço para esculturas. Na época, sussurrava-se pelo mercado que a compradora seria a jet-setter brasileira Lily Safra.

Sotheby’s também não ficou atrás e anunciou seu segundo melhor resultado para leilões de arte contemporânea, perdendo apenas para o leilão de outubro passado. Considerando que os resultados dos leilões de outubro são historicamente mais disputados, espera-se que muitos milhões troquem de mãos ainda no segundo semestre desse ano.

Entre os artistas que bateram recorde de preço para obras de arte em leilão estão Cildo Meireles, com a obra “Rodos” (1978) que, estimada entre US$ 250 mil e US$ 350 mil, foi arrematada por US$ 641 mil. Também bateu recorde Judith Lauand, cuja colagem “Composição em Fundo Vermelho” (1966) foi vendida por US$ 87,5 mil.

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