Bolsa Pampulha abre mostra coletiva de artistas premiados

Efe Godoy. Bolsa Pampulha 2016

Efe Godoy. Bolsa Pampulha 2016

A Fundação Municipal de Cultura abre ao público no Museu de Arte da Pampulha, a mostra coletiva com o resultado do programa de residência artística “Bolsa Pampulha 2016”. Neste ano, o projeto tem a curadoria de Cauê Alves e acompanhamento de Luisa Duarte, Mabe Bethônico e Moacir do Anjos.

Os selecionados desta edição e que participam da

mostra coletiva são: Adriana Aranha; Alexandre Brandão; Efe Godoy; Janaina Wagner; Lucas Dupin; Maura Grimaldi; Rafael RG; Victor Mattina; o coletivo formado por Juliane Peixoto e Adriele Freitas; e o coletivo Thiago Honório e Pedro Vieira. “O que se vê é um mix de técnicas, com uma grande variedade de linguagens de arte contemporânea, que de certo modo respondem à vivência desses artistas ao longo dos últimos meses”, conta o curador Cauê Alves.

Os dez artistas/coletivos são oriundos de vários estados do Brasil, e participaram desde maio deste ano de uma residência artística no Museu de Arte da Pampulha. Foram oferecidos ateliê, verba mensal como incentivo à pesquisa, além da curadoria e acompanhamento. As atividades de pesquisa e concepção das obras seguiram até o final de setembro.
Remuneração, tempo de pesquisa e orientação para desenvolver um trabalho artístico são os objetos principais do 32º Salão Nacional de Arte de Belo Horizonte – 6ª Edição do Bolsa Pampulha. O programa é apresentado pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Fundação Municipal de Cultura (FMC), em parceria com a Associação Cultural dos Amigos do Museu de Arte da Pampulha (AMAP). “A importância do ‘Bolsa Pampulha’ está no fato de que é focado no processo, na formação de artistas. É um programa pioneiro no Brasil que, desde 2003, faz com que o museu seja pensado também como um equipamento formativo e educacional, que contribui para a construção de trajetórias de artistas e da própria cidade”, finaliza Cauê.

MAIS SOBRE O BOLSA PAMPULHA
O programa tem como propósito promover e fomentar as artes visuais na capital mineira, com foco em jovens artistas, a fim de contribuir para o processo formativo e atendendo às necessidades e expectativas da comunidade artística local e nacional. O Bolsa Pampulha acontece desde 2003 e encontra-se em sua 6ª edição.
Foram selecionados 10 artistas/coletivos, de vários estados brasileiros, que passam por um período de cinco meses de residência em Belo Horizonte, de maio a setembro, sob a coordenação do Museu de Arte da Pampulha, acompanhados por críticos, curadores e artistas. A partir de 15 de outubro acontece a exposição com as obras criadas durante o processo.
Por se tratar de um programa dedicado à produção emergente, todos os artistas/coletivos que participam possuem alguma das seguintes características: idade entre 18 e 35 anos; ou ter realizado até três exposições individuais; ou ter até cinco anos de atividade artística, contando a partir da primeira exposição.
Cada artista/coletivo selecionado foi contemplado com bolsa em dinheiro no valor total de R$11.400, a fim de auxiliar na sua manutenção, bem como no desenvolvimento das atividades durante o prazo de residência obrigatória em Belo Horizonte. Para a produção da obra foi concedido ainda o valor de R$5.000 por artista. A AMAP disponibiliza a todos os participantes do Programa um ateliê coletivo, sem ônus.

A visitação é gratuita, de terça a domingo, das 9h às 18h30.

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