Índica Arte e Design

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Primeira galeria no Brasil a trabalhar com uma contrapartida social e sustentável, a Índica Arte e Design se inspira no Museu das Origens de Mário Pedrosa (1900-1981), propondo uma visão ampla da civilização brasileira. Ou seja, em sua concepção de arte contemporânea cabe também a arte indígena e o design sustentável, em sintonia com questões ambientais, sociais e econômicas. Fruto de uma parceria entre o editor Sergio Cohn e o cineasta Cesar Oiticica Filho, a Índica Arte e Design organiza exposições temporárias de artistas representados por ela ou não: uma postura diferente das galerias de arte tradicionais, que não costumam ter preocupação curatorial e reúnem em seus salões apenas quadros dos artistas que representam. E a Índica já começou com o pé direito: Ronald Duarte foi o primeiro a ganhar exposição inédita na galeria, com curadoria de Cesar Oiticica Filho. Logo antes da exposição, é possível encontrar as peças de arte indígena de que falávamos (uma parceria com a Tucum), que são vendidas na lógica do comércio justo, ou seja, todo produto indígena é comercializado de forma que o maior retorno das vendas vai para o índio. Entre designers e coletivos, são parceiros da Índica a ceramista Kimi Nii, os coletivos Zerezes e Terravixta, entre outros. A Índica se propõe, ainda, a ser um espaço de reflexão sobre a cultura e a sociedade. Criando relações entre as obras expostas e temas contemporâneos, a galeria também promove encontros e debates com artistas, críticos de arte e pensadores.

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