Fronteiras e Impermanência: um olhar artístico sobre a impermanência das fronteiras urbanas | Espaço Cultural Correios Niterói

foto, de Mario Camargo

foto, de Mario Camargo

Seis artistas visuais contemporâneos, atuantes no cenário carioca, se unem, no Espaço Cultural Correios, em Niterói, para montar uma exposição, que aborda temas como os pontos de tensão na convivência com o diverso e o que a interação entre grupos distintos pode produzir nas cidades. São eles: José Luiz Schaefer, Marcelo Rezende, Margaret de Castro, Mario Camargo, Patrícia Tavares e Silvia Neves

Serão cerca de 20 obras, entre pintura, colagem e fotografia, concebidas a partir de textos de Deleuze e Guattari.  Segundo esses filósofos, “as tribos se organizam em territórios e criam identidades próprias que incluem ou excluem os indivíduos”.  Os artistas, de acordo com poéticas próprias, apresentam trabalhos que tratam as fronteiras como espaços de contato onde grupos com culturas diferentes colidem ou coexistem e se influenciam, gerando novas configurações. As obras demonstram como as questões socioculturais interferem no comportamento dos diferentes grupos quando estes coexistem em um mesmo espaço. Em alguns trabalhos, a fronteira é apontada como local que pode proporcionar uma reconfiguração de identidades enriquecedora ou como um espaço conflituoso de exclusão e violência.

Assim é “Fronteiras e Impermanência”: uma exposição instigante e atual, que sugere uma reflexão sobre a importância da convivência entre os diferentes, a tolerância e a curiosidade sobre o outro.

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