DASARTES 63
agosto 2017

DOCUMENTA 14
SONIA DELAUNAY
DAMIEN HIRST
ALEKSANDRA MIR
PRÊMIO BRASIL FOTOGRAFIA
JOÃO ANGELINI

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CAPA – Fortemente politizada, a edição deste ano da DOCUMENTA 14, evidencia a arte contemporânea e a arte que se visita, registra, denuncia, perturba, aponta e recupera a cultura e a sociedade contemporâneas. Fragmentos de barcos, restos de roupas e semelhantes instalações e esculturas marcam as riscantes migrações marítimas de povos em países que vivenciam conflitos, pobreza, ou com pouca estrutura e estabilidade, registrando as urgentes indagações do nosso tempo. A curadora Maria Teresa Santoro esteve nas edições de Kassel e Atenas e nós conta sua experiência.

DESTAQUE – Exposição de SONIA DELAUNAY no Museu Thyssen Bornemisza, de Madri, mostra como a artista usou a moda e a decoração para expandir os limites de sua arte. Conheça mais de sua obra e a origem do movimento do “simultanismo”.

DO MUNDO –  Exposição polêmica do controverso artista britânico DAMIEN HIRST, em Veneza, divide opiniões e causa furor na crítica especializada. Constança Basto, nossa correspondente internacional na Itália, foi conferir tudo de perto.

REFLEXO – Considerada como umas grandes exposições do ano pelo The Guardian, ALEKSANDRA MIR, atualmente em cartaz no Tate Liverpool e Museu de Arte Moderna de Oxford, nos conta seu processo de criação e inspiração para suas obras.

ALTO RELEVO – No mês da fotografia, mostramos os vencedores da edição do PRÊMIO BRASIL FOTOGRAFIA 2017. Com trabalhos que mostram o momento de dispersão dos territórios da cultura, conheça a obra de todos os finalistas.

GARIMPO – JOÃO ANGELINI é um dos indicados ao Prêmio Marcantonio Vilaça 2017. Conheça mais de sua obra e a série “Nota Fria”, 2014 pelas palavras de Aline Leal.

RESENHAS – Veja resenhas das exposições “Modos de ver o Brasil: Itaú Cultural 30 anos” por Alecsandra Matias de Oliveira | “Arquivos Implacáveis” de Meyer Filho, por Michele Bete Prety | “Rio de Janeiro Índigena” de Dja Guata Porã por Manoel S. Friques.

ALTO FALANTE – “Vivemos tempos em que qualquer coisa pode ser arte, mas arte não pode – ou não deve – ser qualquer coisa”. Veja artigo inédito do crítico de arte Guy Amado intitulado “Da preguiça da forma”.

Completam ainda a edição, as sessões AGENDA, DE ARTE A Z, COLUNA DO MEIO, NOTAS DE MERCADO e LIVROS. Aprecie!

 

 

 

 

 

 


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